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MICO – contributos: Partilha de recursos Maio 17, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 10:10 pm
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partilha de recursos

partilha de recursos

Partilha de recursos

Introdução

Os recursos partilhados no marcador social MICO, foram uma selecção dos recursos também partilhados nos fóruns da equipa e alguns nos fóruns de discussão com toda a turma.

Penso serem recursos interessantes e orientadores do trabalho do futuro investigador e do ponto de vista pessoal, foram recursos que me
ajudaram a aprender os conteúdos implícitos de uma forma individual.

A Unidade curricular de Métodos de Investigação em ContextoOnline (MICO)  é uma área muito vasta complexa e os recursos seleccionados revelam apenas uma pequena  mostra dessa complexidade.

Os recursos  partilhados

Na tentativa de uma orientação pessoal, procurei recursos que conseguisse entender
e que fossem informativos e formativos em relação às tarefas a realizar.  Nesta óptica, penso que os recursos seleccionados me ajudaram muito a compreender os conteúdos abordados, por isso
penso que serão úteis para os meus colegas de turma. Já foram úteis para os
colegas de equipa.

Dos recursos que partilhei
destaco três em particular, que creio serem de interesse geral:

Educational Research: Some basical concepts and terminology (1) , um
recurso bastante útil para compreender o básico sobre a pesquisa educacional.
Uma boa introdução para nos situarmos um pouco e nos familiarizarmos com os
conceitos essenciais na pesquisa educacional. Foi do ponto de vista pessoal
um  óptimo recurso, porque é um  módulo de formação e como tal está escrito de
uma forma muito objectiva e clara. A partir do link http://www.sacmeq.org/research.htm#modules , indicado
no final do módulo , podemos aceder a outros módulos de formação da área da
pesquisa educacional, relativos a uma variedade de temas interessantes para
quem pretenda fazer investigação nesta área. Este recurso serviu  de uma primeira abordagem aos conceitos
essenciais e a compreender as fases de pesquisa.

Pesquisa em  educação: Passo a Passo (2), um recurso encontrado através do Google books e
que foi bastante útil para compreender  como
proceder para preparar   inquéritos, os tipos de perguntas e de
inquéritos, amostras e validação. Mesmo sendo um recurso parcial, o texto a que
é possível ter acesso é bastante ilustrativo dos procedimentos que o grupo
precisava de saber para a realização da actividade sobre a recolha de dados
através de inquérito.

Qualitative Data Analysis, a User-
Friendly Guide for Social Scientists (3) é um ebook, um manual  sobre os procedimentos de investigação
utilizando a internet. Embora seja de 1993 e em termos de tecnologia tenha
havido um imenso avanço, este manual explica procedimentos úteis para o investigador,
por isso considero-o um bom recurso.

Um aspecto positivo da disponibilização dos recursos através
do MICO é a facilidade de acesso a recurso já pré-seleccionados por temas/
tópicos e que são indexados ( tags)
segundo o seu conteúdo .  Assim, utilizando
este marcador social, qualquer elemento da turma pode fazer uma pesquisa num
leque de recursos   mais restrito, que é
uma espécie de bibliografia para a unidade curricular e pode fazê-lo em
qualquer lugar e a qualquer momento.

Um aspecto negativo dos recursos disponibilizados refere-se à
barreira da língua. Uma boa parte dos recursos que encontrei estão em inglês, o
que pode ser  uma barreira para os
colegas que tiverem mais dificuldades nesta língua. Mas essa barreira pode ser ultrapassada
usando ferramentas de tradução online, como por exemplo o Google tradutor.

Conclusão

Um marcador social é um recurso valioso para a turma e a sua
construção é um “work in progress”(4). No momento em que estou a redigir este
relatório, constato isso mesmo. Muitos mais recursos estão a ser
disponibilizados.

Em conclusão, penso ter partilhado com a turma, embora um
pouco tardiamente, recursos interessantes e úteis. A utilidade e a importância

futura  destes recursos
dependerá também do percurso de investigação que cada elemento da turma seguir.

Webgrafia

1- Postlethwite, T. Neville ,
2005,  Educational Research: Some basical
concepts and terminology, Unesco,
International institute for Educational Planning, disponível em http://www.unesco.org/iiep/PDF/TR_Mods/Qu_Mod1.pdf

2-MACHADO, Lurdes et al (org), 2007,  Pesquisa em educação: Passo a Passo,ed. M3T,
Tecnologia e Educação, disponível em http://books.google.pt/books?id=BXGdZKMO5t8C&pg=PA61&lpg=PA61&dq=como+fazer+uma+amostra+em+pesquisa+educacional&source=bl&ots=QAoJEVvBMm&sig=FqMuSES36aXPurQpRlejd1KGxDk&hl=pt-PT&ei=gUvoTP3BHMnChAfYnOUP&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=4&ved=0CCUQ6AEwAw#v=onepage&q=como%20fazer%20uma%20amostra%20em%20pesquisa%20educacional&f=false

3- DEY,Yan, Qualitative Data
Analysis, (1993), A User- Friendly Guide for Social Scientists , Routlegde,
London, disponível em http://drapuig.info/files/Qualitative_data_analysis.pdf

4- ?, António , O que são e para que servem os marcadores
sociais ( 13/08 /2010), disponível em http://www.artigonal.com/seo-e-sem-artigos/o-que-sao-e-para-que-servem-os-marcadores-sociais-3034423.html

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MICO – Relatório sobre as fontes e as tags em MICO 10

Filed under: MICO — helenaprieto @ 9:54 pm
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MICO no del.icio.us

MICO no del.icio.us

Relatório sobre as fontes e as tags incluídas no marcador social da turma MICO10

I-A ferramenta online
Um espaço de partilha de recursos da turma MICO10 foi criado pela professora com base numa ferramenta de agregação e partilha, um marcador social muito popular actualmente, o DEL.ICIO.US, cujo URL é http://www.delicious.com/MICO09/mpel04. O acesso à página é directo e disponibilizado na página da Unidade Curricular de MICO. Os utilizadores partilham a mesma password.

Este espaço de organização e partilha de informação foi sendo construído / alimentado com o contributo da generalidade dos colegas, e tinha como objectivo ser um agregador de recursos – um repositório de informação a partilhar por toda a turma -. Foi crescendo, com as diferentes contribuições e pode ser utilizado como uma base de informação a explorar. É um recurso “webgráfico” valioso no desenvolvimento do percurso de aprendizagem pessoal e colectivo.
Tendo em conta que a forma de se construir este recurso é partilhada, a turma acordou no início da UC na forma de identificação, usando tags pré-definidas de forma a gerar alguma coerência na disponibilização dos recursos no que se refere à organização e navegabilidade. A ideia era facilitar a navegação do utilizador. As tags deveria indicar o tópico geral , MICO10 (indicação da turma) e o nome do aluno que disponibiliza este recurso.
Na elaboração deste relatório vou assumir o ponto de vista do utilizador, uma vez que a minha contribuição para a construção do repositório MICO foi só no final da Unidade Curricular. ( Os recursos que achei pertinentes e de interesse para a turma foram partilhados nos fóruns do grupo e de discussão para toda a turma e só agora os inclui no repositório!) No entanto, utilizei algumas vezes os recursos partilhados pela turma no MICO10.
A ferramenta têm várias possibilidades de visualização dos recursos – por datas , alfabético, ordem normal ou inversa, três níveis de detalhe, e a visualização entre 10 a 100 bookmarks por página, para além das opções avançadas.
O detalhe alto é uma opção que permite ver o link directo, através do URL e não do título, mas este também é um link pelo que esta opção não traz nada de novo!
Navegar no DEL.ICIO.US é um pouco caótico. As tags por tema ajudam , mas facilmente somos inundados de uma infinidade de recursos que nem sempre estão relacionados directamente com o tema que anunciam.
Algumas tags são redundantes e repetidas .

Qual é a vantagem? Alargar a possibilidade de utilizadores , uma vez que o inglês é a língua internacional.
Esta ferramenta funciona com base no sistema de bookmarks, que tem por suporte as tags cuja definição é dada no próprio site:

As vantagens mais óbvias da utilização desta ferramenta são, como anunciado, a organização dos recursos que assim ficam “ arrumados “ num único espaço. A partilha de recursos com outros utilizadores, pois este podem ser visto por toda a turma, em qualquer lugar e a qualquer hora.

II – Selecção de recursos
A turma construiu um vasto banco de recursos relativos aos temas em discussão nesta Unidade Curricular. Como é óbvio não vi cada um deles para poder seleccionar os dois melhores e os dois piores do total de documentos partilhados. Além disso, o repositório está sempre a crescer , pelo que essa seria uma tarefa sempre inacabada. Vou, por isso, escolher o último tema que trabalhamos nesta unidade – redes sociais – e seleccionar os recursos que me pareceram mais interessantes e menos interessantes do ponto de vista prático, tendo por base a sua utilização para a actividade de campo.
O recurso que achei interessante , mas de pouca utilidade de prática foi o mapa mundial das redes sociais, disponível em http://en.rian.ru/infographics/20110228/162792394.html. Contudo não deixa de ser um recurso com um conteúdo informativo bastante pertinente e apresentado de forma muito apelativa – a infografia. Esta forma de apresentação está cada vez mais a ser utilizada, pois recorrendo à imagem, a gráficos e esquemas, condensa a informação e permite uma leitura rápida e abrangente da informação. Muitas revistas de divulgação científica estão a recorrer a este tipo de estratégia de apresentação de informação.
No entanto, para se ter uma ideia da importância das redes sociais para o ensino , o estudo partilhado pelo Marco Freitas – O uso das redes sociais como método alternativo para ensino de jovens : Análise de três projectos envolvendo comunidades virtuais de Aline Silva et all , disponível em https://docs.google.com/leaf?id=0Bwk38TxAG_5fY2E4MTVjOWQtOWYzNi00MTI3LTlhMDEtNzdjMGYxN2QzZTNi é um recursos muito interessante, e com a vantagem de estar escrito em Português ( do Brasil).
A língua pode ser uma barreira, mesmo utilizando o Google tradutor! Por isso, os artigos em língua portuguesa têm um valor especial!
Uma outra vantagem da partilha de recursos refere-se ao facto de se poder ter acesso não só à leitura desses recursos como também a possibilidade de fazer download dos que mais interessam a nível pessoal ou profissional, desde ferramentas, a artigos ou mesmo ebooks como este que o Marco Freitas partilha : Redes Sociais na Internet de Raquel Recuero, 2009, disponível em http://www.redessociais.net/cubocc_redessociais.pdf
De uma forma geral, os recursos disponibilizados sobre a temática redes sociais foram bastante interessantes.
Encontrei um recurso que não é bem um recurso no verdadeiro sentido da palavra. É apenas uma parte de uma tese intitulada Metodologia Científica de Eva Lacatos e Marina Marconi , uma referência que, em termos práticos, não vai ser útil pois têm apenas o índice . Está disponível em http://www.dem.fmed.uc.pt/Bibliografia/Livros_Educacao_Medica/Livro27.pdf
Através desta ferramenta temos a vantagem de criar áreas temáticas, através das tags, e de organizar os recursos em função delas tendo por orientação as actividades que necessitamos de realizar.
Uma outra vantagens é a possibilidade de partilhar uma imensa diversidade de suportes de informação – textos, imagens( fotos) , vídeos, som. Permitindo assim o utilizador uma maior leque de possibilidades a explorar.
Por comparação com a Web, podemos dizer que esta ferramenta é um mundo dentro de um mundo, um micro hiperespaço, temático.

III – Tags e navegação
No Delicious, os recursos ficam organizados de forma temática, por tags, mas, navegar nelas e encontrar a informação necessária nem sempre é fácil ou rápido, apesar de este tipo de ferramenta ser uma espécie de micro hipertexto, não deixa de ser extenso e caótico. Por isso, é necessária muita prática e uma apropriação das “ artes de navegar” neste meio para se tirar partido desta ferramenta.
Por exemplo, ao procurar o tema redes sociais através desta lista de tags, encontro um artigo intitulado As redes Sociais no ensino: ampliando as interacções sociais na Web disponível em http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/temas-especiais-26h.asp, mas não encontro por exemplo os recursos que o Marco Freitas partilhou sobre a mesma temática.
Isto é desencorajador. Talvez seja a minha pouca experiência de navegação no Del.icio.us, mas parece-me que é, por vezes, um bocado confuso e frustrante.
Outra forma mais interessante de navegação é pelos autores. Através deste método ficamos a saber todos os recursos partilhados por determinada pessoa. No entanto, como o nosso objectivo é a pesquisa temática, a pesquisa por tags indicando o tema é a mais indicada.

IV- Avaliação geral das tags mais usadas
Quanto às tags mais usadas, é obvio que para este grupo, foi mpelO4, a designação do mestrado e por extensão da turma. Esta tag é identificativa do grupo/ turma.
As restantes tags não são muito elucidativas quanto aos temas trabalhados. Estes dados são obtidos através dos dados estatísticos fornecidos pelo próprio sistema.
Por si só não são muito reveladoras de orientações para a navegação.
O que revelam estas estatísticas?
Muito pouco de útil para o utilizador se orientar em termos das temáticas exploradas. Para esse efeito apenas as tags entrevista e investigação qualitativa dão directamente para recursos sobre o tema. As tags que se referem a nomes levam aos recursos partilhados pelos membros.
Podemos concluir por esta informação quais os temas que têm mais recursos e que colegas partilharam mais recursos. Isso assumindo que há sempre indicação pelas tags dos temas e dos autores do bookmarking!
A opção “ related tag” permite expandir os recursos encontrados sob uma determinada tag e aparece como uma espécie de índice com hiperligação. Facilita a pesquisa.
As tags estão organizadas por “ ranking”, por isso outra forma de pesquisar , pode ser fazendo uso da lista de tags mais abrangente que se encontra organizada por ordem alfabética:

Outra forma de apresentação das tags são as nuvens ou tag clouds cuja apresentação gráfica mostra as mais populares que se destacam por estarem representadas em tamanho maior:
A nuvem de tags apresenta duas possibilidades de visualização: a alfabética e a por tamanhos.

A vantagem da primeira opção é a facilidade de procura de informação. Se o tema é redes sociais, pode mos procurar directamente por essa tag ou outras por associação de ideias.
A nuvem organizada por tamanhos, é uma forma visual de mostra os temas mais populares, mas em termos de pesquisa fica mais confuso , uma vez que os temas menos populares não ficam organizados de forma fácil de consultar.
Utilizando estas tags , navegamos para uma infinidade de recursos que ultrapassam o espaço do MICO 10, recursos engraçados e interessantes sobre o tema das redes sociais nas suas mais variantes abordagens.
As tags incluídas no marcador da turma, referem os temas/ conteúdos dos recursos partilhados:

Observamos que não há uma forma única de fazer os bookmarks e que há tags semelhantes: MPEL04, mpel4, mple04. O sistema reconhece estas tags como diferentes, pelo que o utilizador tem de ter cuidado na redacção das tags. De forma geral manteve-se o consenso quanto à identificação dos recursos, pois de um total de 291 recurso disponibilizados/ partilhados, 228 estão identificados com a designação previamente convencionada.
Se seguirmos a tag MICO, temos acesso a 178 bookmarks sobre os mais diversos tópicos.
Mas se seguirmos tags mais explicitas como por exemplo structured interview obtemos apenas acesso a um recurso!
Outro aspecto por exemplo relaciona-se com algumas tags que sendo iguais vão formar grupos diferentes.

Foram usadas tags em Português e em Inglês criando redundâncias porque as palavras chave são as mesmas. Algumas tags são siglas, como por exemplo tf, tr que não se percebe de imediato a que se referem, outras tags contêm duas palavras. As tags funcionam como um sistema de referência dentro da referência e podem levar a percursos de navegação e pesquisa múltiplos.

V- Conclusão
Esta ferramenta tem a vantagem de poder ser acedida de qualquer lado em qualquer momento e de através dela podermos organizar um banco de recursos que são ou podem ser partilhados pela turma, constituindo assim um valioso instrumento para a formação / aprendizagem dos elementos e da turma. A construção deste “ banco de dados” é um “work in progress”, uma tarefa inacabada e aberta à participação de todos os elementos.
A turma disponibilizou recursos numa grande variedade de suportes – texto, imagem, vídeo -que foram muito interessantes para a realização das tarefas solicitadas. As tags porém não indicam o tipo de suporte utilizado. Esta é também uma possibilidade de identificação, pois por vezes retêm-se mais informação através do visionamento de um powerpoint ou de um tutorial online do que da leitura de um artigo! Este tipo de informação ajuda o investigador a seleccionar os recursos de acordo com o seu estilo de aprendizagem
A navegação para a pesquisa não é tarefa fácil. Nada é imediato. É preciso procurar, seguindo algumas estratégias, por autor, por tópico, por tags mais populares, por ordem alfabética, utilizando diferentes menus de navegação. A nuvem permite uma visualização mais abrangente das tags e torna a navegação mais fácil do que os menus de navegação da barra do lado direito do ecrã.
A eficácia da navegabilidade para a pesquisa torna-se cada vez maior com a prática que promove o conhecimento do funcionamento desta ferramenta. No entanto, nenhum percurso de pesquisa é linear. Há múltiplas possibilidades de pesquisa, seguindo várias técnicas de pesquisa. Podemos usar as tags de várias formas, trilhando os diversos caminhos possíveis.
Como esta actividade é construída de forma partilhada é natural que haja muitas tags diferentes porque elas também são uma forma de resumir numa palavra ou mais os tópicos dos materiais – são a palavra –chave. Para que haja mais consenso é necessário que à priori se estipule muito bem como vão ser etiquetados (tag) os recursos e este procedimento terá de ser usado por todos de forma homogénea.
As tags utilizadas revelam uma grande heterogeneidade de assuntos abordados. Para uma pesquisa mais direccionada e menos abrangente pode-se incluir várias tags .

Bibliografia:
MORT, Pam et all , Report Writing FAQs, Learning Centre of the UNSW , Disponível em http://www.lc.unsw.edu.au/onlib/pdf/report%20.pdf, acedido a 25 de Março de 2011
PLATT, Brian( 1975) Report writing , Multimedia Publishing Ltd, England, disponível em http://lorien.ncl.ac.uk/tskills/reports/repwrite.pdf, acedido em 25 de março de 2011
PLUSS, Martin, ICT update: Social bookmarking and the use of Del.icio.us, disponível em http://plu.wikispaces.com/file/view/Introducing+Social+Bookmarking.pdf, acedido em 10 de Abril, 2011
TAYLOR, Dave, (2005)Interview with Experts: What is so cool about del.icio.us, disponível em http://www.intuitive.com/blog/interview_with_experts_whats_so_cool_about_delicious.html acedidio a 26 de Março de 2011
VIREN, Tom et all , How to write a report, disponível em http://www.wikihow.com/Write-a-Report , acedido a 25 de Março de 2011
– ?, António , O que são e para que servem os marcadores sociais ( 13/08 /2010), disponível em http://www.artigonal.com/seo-e-sem-artigos/o-que-sao-e-para-que-servem-os-marcadores-sociais-3034423.html
– ?, Seven Things You Should Know About Social Bookmarking , Educase learning iniciative, disponível em http://net.educause.edu/ir/library/pdf/ELI7001.pdf, acedido em 19 de Abril, 2011
?, Social bookmarking, disponível em http://edu20.wikidot.com/social-bookmarking, acedido em 18 de Abril de 2011.

 

MICO: Pesquisa e divulgação Abril 22, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 8:17 pm
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Pesquisa

O trabalho de pesquisa exige um sólido conhecimento teórico de uma série de procedimentos para orientar o trabalho de campo. Esses procedimentos são globalmente esquematizados neste powerpoint onde se apresenta as diferentes etapas do desde o início do trabalho de pesquisa até à sua divulgação .
Para que um trabalho de pesquisa tenha validade e rigor científico é importante que o investigador tenha presente todos esses procedimentos e os aplique de forma correcta e conscienciosa.
Na comunicação dos resultados do seu trabalho de pesquisa, essas fases devem vir bem indentificadas e todos os procedimentos descritos de forma a que se torne transparente e preceptivel o caminho percorrido para alcançar os resultados apresentados. A transparência de todo o processo é também uma forma de validar o trabalho aos olhos da comunidade científica.

http://voicethread.com/book.swf?b=1972524

Etapas do processo de investigação

 

MICO: o E- investigador e algumas ferramentas online Abril 18, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 6:44 pm
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The World is my home

O mundo é a minha casa

O e-investigador pode actualmente socorrer-se de múltiplas ferramentas online. Algumas das quais bastante poderosas e completas que suportam e facilitam o trabalho de divulgação, recolha e armazenamento de dados e o seu tratamento de forma automática.

Algumas ferramentas para realizar inquéritos online:

Algumas opçoes são gratuitas ou semigratuitas ( versão gratis por X tempo) e podem ser experimentadas sem custos adicionais para o investigador. outras ferramentas têm serviços bastante completos oferencendo pacotes interessantes.

http://freeonlinesurveys.com/

http://pt.surveymonkey.com/

http://www.esurveyspro.com

este tem umas orientações práticas de como fazer um questionário online:

http://www.esurveyspro.com/article-steps-online-questionnaire.aspx

e orientação prática de como elaborar as perguntas do questionário

http://www.esurveyspro.com/article-online-survey-design-questions.aspx

http://www.zoomerang.com/

http://www.freesurveysonline.com/

http://questionform.com/

http://www.askitonline.com/

http://www.survs.com/

https://www.limeservice.com/

http://www.kwiksurveys.com/

http://www.proprofs.com/quiz-school/

Para a condução de entrevistas online ou em ambientes virtuais existem uma variedade de opções de ferramentas síncronas e assíncronas:

Síncronas como gtalks, messenger, skipe, Second Life! e sistemas de video conferência como o CUseeme, elluminate, colibri ou sistemas audio conferência entre muitissimos outros  ) e assíncrona, através do mail ou de redes sociais – hi5, orkut,facebook, ning, twitter, linkdin…

Caso o investigador trabalhe e equipa , a análise e comunicação dos dados pode ser feita através de ferramentas colaborativas que permitem elaborar textos, imagens, quadros , tabelas, gráficos de forma colaborativa online.

http://drawanywhere.com

www.gliffy.com

http://creately.com

Para a publicação de resultados online, para além de sites da especialidade, há sempre a possibilidade de publicar na página pessoal do investigador – blog, wikis,  ou ainda de recorrer a ferramentas de publicação variadas.

http://issuu.com

www.yudu.com

http://calameu.com

www.myebook

Estas são apenas algumas de uma longa lista de ferramantas disponiveis online.

 

MICO:Trabalho de campo – entrevista online Março 21, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 10:34 pm
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Este trabalho de campo teve por objectivo saber o que pensam os professores do ensino básico e secundário das redes sociais e da sua possível ou real utilização para desenvolver actividades de ensino/ aprendizagem.É o trabalho final da Unidade Curricular de MICO.
http://content.yudu.com/Library/A1rffv/MicoRedessociaisnoen/resources/flipbook.swf
Click to launch the full edition in a new window
Self Publishing with YUDU

 

MICO- Questões de investigação: Investigar a avaliação dos cursos online Fevereiro 13, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 7:21 pm
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Pesquisa e avaliação

pesquisa e avaliação

A Sónia Valente focou a  questão da avaliação como um campo em aberto para a investigação. No entanto, em CAEL, lêmos vários artigos sobre a avaliação dos cursos online e se pesquisarmos um pouco encontramos muitos artigos que focam as questões de avaliação. Mas a perspectiva é mais teórica e normativa do que prática.

As questões de avaliação do ensino online são bastante estudadas e prendem-se com aspectos práticos relacionados com o prestígio das instituições, com a competitividade das instituições na oferta de formação e não apenas com objectivos formativos. A avaliação (1) é sempre um aspecto sensível e bastante complexo pois envolve muitos factores intrínsecos ( métodos, técnicas de avaliação, procedimentos, tipos de avaliação…) e extrínsecos ( prestigio da instituição, competitividade no mercado…). No entanto, parece haver poucos estudos comparativos entre o online e o presencial no que toca a medir de forma mais objectiva a eficácia das aprendizagens  realizadas online até 2006, de acordo com as conclusões do estudo desenvolvido nos Estados Unidos (2)

Simone Conceição(1), refere os sete princípios de avaliação  de acordo com Chickering e Gamson( 1987) – encorajar o contacto estudante/ universidade; encorajar o contacto dos estudantes entre si , encorajar a aprendizagem activa, promover o feedback rápido, enfatizar o tempo na tarefa, comunicar expectativas altas, respeitar os diferentes talentos e modos de aprendizagem  e enfatiza a necessidade de uma avaliação cujos resultados impliquem melhorias em procedimentos futuros do funcionamento dos cursos , considerando o curso, as actividades online, o desempenho do aluno, o desempenho do professor e o programa utilizado. O powerpoint apresentado visa a reflexão dos professores em relação aos cursos administrados online . A reflexão e a análise dos procedimentos são uma forma comum de avaliação do funcionamento dos cursos. Uma questão de investigação interessante seria , por exemplo saber que tipo de auto-análise os professores online fazem para saber  que aspectos precisam de melhorar e que procedimentos implementam para melhorar esses aspectos.

Nos Estados Unidos, os investigadores do Centro para a tecnologia em Aprendizagem, realizaram um estudo sobre a qualidade de ensino nos cursos online com o objectivo de responder a quatro questões de investigação:

“1.How does the effectiveness of online learning compare with that of face-to-face

instruction?

2. Does supplementing face-to-face instruction with online instruction enhance learning?

3. What practices are associated with more effective online learning?

4. What conditions influence the effectiveness of online learning?”( pág.XI)

 e publicaram um relatório de meta- análise(2) com algumas descobertas/ conclusões interessantes:

-Maior eficiência (modesta) do ensino online/ b-learning em relação ao presencial.

“Online learning conditions produced better outcomes than face-to-face learning alone”(pag 51)

– Há um grande conjunto de factores que promovem a eficácia das aprendizagens e que não se baseia somente no facto do curso ser online.

“That caution applies well to the findings of this meta-analysis, which should not be construed as demonstrating that online learning is superior as a medium. Rather, it is the combination of elements in the treatment conditions, which are likely include additional learning time and materials as well as additional opportunities for collaboration, that has proven effective.” (pág 51)

 

–          Há maior ganhos de aprendizagem quando esta é realizada de forma colaborativa em comparação com a aprendizagem independente.

–          Há maior abrangência de estilos de aprendizagem nos cursos online.

Deste estudo muitas questões ficam em aberto em relação à avaliação dos cursos online , comparados com os desenvolvidos em regime presencial.

Um dos aspectos apontados como limitativos dos estudos conduzidos referem o  pequeno número de estudantes envolvido e o duplo papel do investigador/ professor.

Tendo estes aspectos em conta, são necessários estudos independentes eu contrastem o desempenho dos alunos no ambiente presencial e online, medindo as aprendizagem.

Há muito a investigar em relação á avaliação dos cursos online. Apesar de já existirem muitos relatórios de investigação referindo muitos aspectos teóricos e de boas práticas, há um campo aberto para o desenvolvimento da investigação referente ao que realmente se faz.

Bibliografia:

(1)    CONCEIÇÃO, Simone, Assessment  and Evaluation of Online Programs, acessível em

http://www4.uwm.edu/acad_aff/academic/opc/06_mar10assesseval.pdf, acedido a 13 de Fev. 2011

2- MEANS, Barbara et all. (rev2010), Evaluation of Evidence-Based Practices in Online Learning-A Meta-Analysis and Review of Online Learning Studies, Departement of Education, USA , acessível em http://www2.ed.gov/rschstat/eval/tech/evidence-based-practices/finalreport.pdf, acedido em 13 de Fev. 2011.

 

MICO – Problemáticas e temas de investigação

Filed under: MICO — helenaprieto @ 4:51 pm
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Investigar na rede

Quais as problemáticas que surgem como necessitando de investigação no contexto do E-learning? Emergem  grandes questões em aberto?

No final de cada artigo há uma secção relativa aos limites e limitações do estudo e ai podemos encontrar o gérmen para novas investigações ou re-investigações.

As investigações em e-learning  e em metodologias de pesquisa usando a internet precisam de ser sempre actualizadas pois o desenvolvimento tecnológico permite aos utilizadores acesso a ferramentas cada vez mais poderosas e completas para desenvolver quer o ensino online quer a investigação. O e-learning e a investigação na rede ou com ferramentas da internet é um mundo em constante desenvovimento, pelo que a investigação é um constante “work in progress”.

Lauriza Nascimento, apresenta um artigo (1) em que os autores investigam as vantagens da realização dos inquéritos por e-mail. Esse artigo data de 2004. Como já estamos em 2011,um estudo comparativo seria interessante. Os procedimentos teórico-práticos de condução da investigação pelo método do inquérito mantêm-se , mas será que a crescente informatização dos procedimentos têm influência na taxa de retorno?

 A maior familiarização do público em geral e das instituições em particular com a tecnologia de comunicação à distância – mails, g-talks, Messenger … – mais comuns no meio social terão influência na taxa de retorno dos inquéritos?

A facilidade de envio, armazenamento e de tratamento de dados em tempo real por ferramentas online incentiva o recurso a determinadas modalidades de investigação, como os inquéritos por exemplo?

Há artigos que propõem como possíveis desenvolvimentos complementares da investigação, abordar o mesmo assunto mas sob uma perspectiva diferente. Por exemplo, no artigo que analisei (2), os investigadores apontam como limites não terem explorado a perspectiva do aluno sobre as tendências futuras do e-learning. Essa é uma perspectiva em que pode assentar uma nova investigação sobre o tema.

Há artigos de investigação, como o que o Marco Freitas apresentou (3), que pretendem investigar boas práticas que levam ao desenvolvimento de um serviço como, por exemplo, o Repositório Institucional  inserido projecto Movimento de Acesso Livre , em que os investigadores referem a necessidade de maior aprofundamento do estudo conduzido através de outras técnicas de investigação. Neste caso, a técnica sugerida é a da entrevista, ou mais propriamente de um conjunto de entrevistas. Os investigadores mostram as limitações do seu estudo qualitativo, baseado no inquérito e expressam a necessidade de uma investigação complementar:

No caso concreto do estudo que apresentamos, consideramos que o mesmo deverá

ser complementado através de um conjunto de entrevistas que enriqueçam a informação recolhida.” (3)

Todas estas informações podem constituir temas para futuras  investigações, uma vez que nelas se encontram os germens das questões –problema.

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Bibliografia:

(1)   Pinheiro, Ana & Silva, Bento (2004). A Estruturação do Processo de Recolha de Dados On-Line. In Actas da X Conferência . Braga: Psiquilíbrios Edições, pp. 522-529. Acessível em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7147/1/A%20Estrutura%C3%A7%C3%A3o%20do%20processo%20de%20recolha%20de%20dados%20on-line.pdf – acedido em 12 de Fev.2011

Internacional Avaliação Psicológica, Formas e Contextos

(2)   Kyong- Jee Kim e Curtis J. Bonk The Future of Online Teaching in Higher Education de EDUCASE  QUARTERLY, número 4, 2006

3)   Rosa, F. G.; Gomes, M. J.: “Coordenadores de comunidades de repositórios institucionais: o caso do repositórium”. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, n.º esp.,p. 100-115, 2.º sem. 2010. isponível em http://hdl.handle.net/1822/11242