Helena Prieto’s Blog

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CAEL- A problemática da avaliação das aprendizagens dos estudantes online Fevereiro 3, 2011

Filed under: CAEL — helenaprieto @ 6:52 pm
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Este trabalho é uma reflexão sobre os dois artigos que o Marcus Vinicius e eu analizámos para a actividade 3 de CAEL – (1.2)

Introdução:

Com a análise destes artigos, vemos referenciada uma mudança de perspectiva de um ensino centrado no professor para o ensino ou melhor aprendizagem centrada no aluno. Primo (2) tece uma série de considerações que fundamentam essa centralização no aluno, que se pretende elemento activo, consciente e crítico do processode aprendizagem – um pesquisador- autor. Dentro deste desenho estrutural de ensino/ aprendizagem impõe-se desenvolver também formas de avaliação destas aprendizagem consentâneas com as formas de aprendizagem. Assim, observamos que Barberà , pondo a ênfase no diálogo e no feed back, distingue quatro tipos de avaliação, sendo que as que melhor servem o modelo de aprendizagem centrado no aluno são a valiação para a aprendizagem e a avaliação da aprendizagem.

 

Os autores dos artigos analisados(1,2,3) convergem na defesa de uma perspectiva de ensino online mais colaborativa assente em processos de aprendizagem activa e centrada nos alunos ou grupo, por outras palavras na formação de comunidades de aprendizagem online no seio das quais o conhecimento é construído de forma colaborativa. Alex Primo(2) defende um novo conceito de aluno que consubstancia e resume esta nova perspectiva : o educando – pesquisador –autor. Outras questões também pertinente e discutidas nos artigos onde persistem algumas confusões apresentadas por Demo (1998, p. 10) são os conceitos e práticas entre informar e formar; treinar e educar; ensinar e aprender. O autor enfatiza a ideia de que o importante é o desenvolvimento das capacidades de renovar os conhecimentos, por outras palavras, aprender a aprender. Os autores destes artigos são unânimes na defesa de um ensino/ aprendizagem online onde os processos de avaliação sejam mais transparentes ( o alunos saibam de antemão como , quando vão ser avaliados) visíveis (publicações de trabalhos online, participação em fóruns, chats … ) e contínuos do desenvolvimento do processo de aprendizagem. Para alcançar este objectivo, do qual decorrem inegáveis vantagens tanto para o aluno que supostamente tem maior orientação e acompanhamento da parte do professor ( e colegas) como para o professor que consegue através do recursos a várias aplicações tecnológicas estar mais por dentro do processo de aprendizagem dos seus alunos, os autores defendem uma relação mais próxima e assente no diálogo / comunicação bem como na visibilidade do percurso de aprendizagem dos formandos. Barberà ( 1) defende a importância do feedback do professor na construção desse dialogo pedagógico. Esta atora refere os dois principais objectivos do feedback que se prendem com a orientação dos alunos de forma a que estes possam melhorar a sua produção. Na sua opinião, o feedback é a chave do sucesso do ensino/ aprendizagem online e o elemento essencial de uma boa avaliação continua. A autora refere ainda que é importante para os alunos que tenham plena consciência da diferença entre participação , que pode ser medida pela quantidade de mensagens e interacção que são todas as mensagens, posts, etc que levam à produção colectiva de conhecimento. De acordo com a apresentação feita pela autora acima referida, a construção social do conhecimento decorre do misto dessas ações. Piaget considera que o importante seria “Povoar a memória e treinar o aluno na ginástica intelectual”. Primo defende que se o aluno continuar a ser encarado enquanto um receptor passivo fica isolado da acção porque o sistema de ensino/ avaliação em moldes tradicionais ainda que online “ nega ao aluno a sua intervenção no próprio conhecimento” . Na continuidade do seu estudo, Piaget (2002) sentencia que a aprendizagem não é uma actividade simplesmente individual e que o conhecimento se dá na acção. As operações mentais realizadas pelo aluno que são interiorizadas e coordenadas provocam outras ações. Barberà faz referência a três tipos de avaliação comuns no ensino online: A avaliação automática que é feita através de testes electrónicos que tem a vantagem de dar feedback imediato aos alunos e permite ao professor a recolha de dados de forma mecânica e automática. Porém esta forma de avaliação acaba por ser uma transposição das formas de avaliação características do ensino do modelo tradicional e autoritário , segundo Gomes, esta avaliação pode aplicar-se a cursos online que se baseiam no auto-estudo, com aprendizagem realizadas de forma individual e isolada. Gomes observa também que muitos registos de dados obtidos de forma automática são importantes no processo de monitorização dos alunos por um lado e por outros como auto-monotorização dos próprios alunos A avaliação de tipo enciclopédico que resulta de projectos de pesquisa. Barberà constata que este modo de avaliação pode promover plágio e é em si uma vantagem no sentido em que o professor deixa de ter o papel de transmissor de conhecimentos mas de guia. A avaliação colaborativa. Esta modalidade de avaliação põe novos desafios tanto a professores como alunos pois também implica novos modos de produção de conhecimento que assentam em dinâmicas de grupo tornadas visíveis através de múltiplas aplicações – listas de discussão, fóruns, blogs/diários de bordo. E traz vantagens. Na perspectiva do professor é possível levar a cabo com sucesso esta avaliação baseada nos recursos tecnológicos existentes que lhe permitem visualizar tanto o produto como o processo colaborativo. Gomes explica mais em pormenor as vantagens/ potencial dessas aplicações para a promoção da visibilidade e da avaliação contínua. Esta possibilidade constitui a base de uma verdadeira avaliação formativa. Neste aspecto todos os autores são unânimes. Primo valoriza a promoção de projectos e vê neles uma inegável vantagem de inovação do ensino/ aprendizagem, já que a web devido à sua imensidão de recursos sempre crescentes e a inúmeras ferramentas colaborativas permite a construção de conhecimento colectiva e o desenvolvimento de percursos de aprendizagem individuais. No entanto, Barberà apresenta também algumas desvantagens deste tipo de avaliação para o ensino online que se prendem com aspectos práticos de disponibilidade de tempo dos alunos online , o que faz com que a modalidade de trabalho em grupo possa ser contraproducente, uma vez que as razões que levam muitos alunos a escolher a modalidade de ensino assíncrono é precisamente a flexibilidade de acesso e possibilidade de poder realizar os trabalhos ao seu ritmo. Todos os autores são unânimes em reconhecer a importância do diálogo no processo de ensino/ aprendizagem. Se por um lado Barberà refere a importância do feedback do professor, Primo põe ênfase no diálogo entre os alunos, como a base de desenvolvimento dos projectos de aprendizagem alicerçados na resolução de problemas concretos e relevantes de forma colaborativa, enfatizando o desenvolvimento de formas de avaliação auto-reflexivas. “ O trabalho reflexivo e autoral do aprendiz avaliado” é um aspecto central do processo de avaliação fazendo parte inerente da própria dinâmica de construção do conhecimento colaborativo. Este autor defende uma avaliação contínua e auto-reflexiva/ formativa. A consciência reflexiva e o exercício dessa reflexão constituem o próprio motor do sucesso na aprendizagem colaborativa. Estamos então perante um conceito que vai mais além do que o proposto por Barberà, onde o professor é acompanhante do percurso de aprendizagem, mas é exterior ao processo. É a autoridade e o promotor do processo de avaliação, enquanto que na perspectiva de Primo o agente promotor do processo de avaliação é uma consciência crítica e reflexiva do grupo e é inerente ao desenvolvimento da comunidade de aprendizagem. Gomes apresenta uma perspectiva mais pragmática de como realizar avaliação online,e apresenta dois modos de o fazer – o mais tradicional que coincide com o que Barberà refere como avaliação automática e a avaliação adaptada ao modelo de ensino online baseado em princípios sócio-construtivistas cuja descrição está, em linhas gerais, em consonância com as orientações defendidas por Primo. Esta autora chama a atenção para outras questões a considerar na avaliação online tais como a questão da autenticidade da identidade e autenticidade dos trabalhos apresentado. O diálogo e muitas aplicações / serviços permitem ao professor detectar fraudes, pois possibilitam estratégias que permitem mais contacto e conhecimento dos alunos. No artigo apresentado, a autora refere as vantagens e a plasticidade maior ou menor das várias ferramentas/ aplicações mais comuns utilizadas nos curso online, nomedamente: a plataforma moodle que incorpora sistemas de registo automático do percurso dos estudantes permitindo a monitorização deste, e a sua utilização em actividades de auto e hetero-avaliação. Testes de escolha múltipla, quizzes, preenchimentos de espaços lacunares, testes de verdadeiro/falso entre outros podem ser gerados automaticamente e permitir ao aluno auto-avaliar os seus conhecimentos e ter um feedback automático dos seus progressos Foruns electrónicos , sendo instrumentos essenciais na promoção do ensino colaborativo, a participação dos alunos tem de ser avaliada quanto ao nível de participação e qualidade de participação e isso constitui um desafio para os professores. Há no entanto dois modos de fazer a avaliação – manualmente ou com recursos a ferramentas já incorporadas na aplicação Conversação síncrona – chats ou VoIP , é um instrumento corrente mas a analise tem de ter intervenção humana. Portfolios digitais online – tem duas grandes vantagens: a de tornar visível o trabalho e o percurso/ evolução das aprendizagens o que permite ser um instrumento de excelência para desenvolver práticas de avaliação auto-reflexiva. Mapas conceptuais – Podem ser utilizados nas diversas fases de avaliação – diagnóstica. Formativa e conceptual Em conclusão, verificamos a necessidade de adaptar modos de avaliação das aprendizagens dos alunos ao modo de ensino aprendizagem que se pretende desenvolver nos cursos online. Em alguns casos, as modalidades mais tradicionais podem ter vantagens para o caso de alunos que tenham muitas dificuldades de trabalhar em grupo. Mas, as aprendizagem baseadas na construção colaborativa de conhecimentos precisam de novas formas de avaliação pois instituem novos papéis a desempenhar pelos agentes : professor( guia) e alunos( pesquisador/ autor). Estes formam uma comunidade de aprendizagem e agindo em comunidade também vão desenvolver formas de avaliação – autor-reflexão, autoavaliação e hetero-avaliação – que surgem naturalmente do processo de construção colaborativa do conhecimento. Enquanto que no modelo tradicional a avaliação é uma visão por fora, dos produtos conseguidos, no modelo sócio-construtivista a avaliação é um processo continuo, reflexivo e inerente ao processo de aprendizagem. Ela é também reguladora. Complementando a questão sobre os processos de avaliação, fica claro que nos modelos propostos para colocar o aluno no papel de pesquisador/autor, precisamos de trabalhar com questões problematizadoras. Apesar de não estar dito explicitamente nos textos estudados, fica claro a consciência de que estamos num processo transitório entre a avaliação tradicional centrada do produto para a prática de avaliações mais globais do processo de ensino/ aprendizagem, ou seja, uma avaliação que esteja de acordo com o processo de construção do conhecimento colectivo e individual do(s) aluno(s). Em termos práticos, porém , fica uma questão que gostariamos de levantar: Dentro de uma avaliação que vai de zero a dez, medir a evolução de um aluno no processo construtivista, pode não significar que a sua nota é uma relação directa como volume do conteúdo que ele precisa aprender e sim com a construção do seu conhecimento, sendo assim, o aluno A que alcança grau 5 na relação da aprendizagem do conteúdo, mas evoluiu mais que do aluno B que atingiu grau 8, teria na avaliação maior nota, não pelo conteúdo aprendido mas pela sua evolução no processo ensino-aprendizagem. Põe-se então a questão de como aferir critérios de avaliação justos para “ medir” essas evoluções.

 1-BARBERÀ, E. (2006) “Aportaciones de la tecnología a la e-Evaluación”. RED. Revista de Educación a Distancia, Año V. Número monográfico VI. http://www.um.es/ead/red/M6/ 2-PRIMO, Alex (2006) “Avaliação em processos de educação problematizadora online”. In: Marco Silva; Edméa Santos. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, v. , p. 38-49. http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/EAD5.pdf 3-Gomes M. J. (2009) “Problemáticas da avaliação online” Actas da VI Conferência Internacional das TIC na Educação – Challenges 2009.

 

Cibercidadão- Reflexões – motivação e processo de produção do REA Junho 30, 2010

Filed under: MREL — helenaprieto @ 2:12 pm
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reflexão

cibercidadão bricoleur

Reflexão – motivação e produção do REA

Esta é a segunda parte da actividade III

Experiências e exploração de ferramentas:
A ideia inicial para a concepção do REA prendia-se com a exploração do aspecto prático do acesso e utilização da informação na internet em não incorrer em situações de plágio, partindo do princípio de que um bom cibercidadão respeita a propriedade intelectual. Neste sentido, explorei algumas ferramentas e comecei por desenvolver a título de experiência alguns Objectos de Aprendizagem:
Experiência 1
Experiência 2 ( este precisa de grandes revisões….)
À medida que fui relendo os meus apontamentos e notas, fui reflectindo sobre o tema, fui também compreendendo outros aspectos do ser cibercidadão, que resolvi incluir num REA.
A apresentação de Michael Wesch, The machine is (changing) us: YouTube Culture and the Politics of Authenticity, apresentada no forum Personal Democracy em Junho de 2009 no Lincoln Centre em Nova York chamou-me a atenção para os aspectos de foro mais ético do uso da informação digital e das relações homem/ máquina / homem . As minhas reflexões foram organizadas num post no podbean . Neste blog também explorei o som.
A possibilidade de compor um pequeno livro surgiu com a exploração da ferramenta myebook. A minha primeira proposta de trabalho foi baseada nessas leituras ou melhor releituras e na selecção desta ferramenta para fazer um áudio livro. No entanto, não fiquei satisfeita com o resultado final. Embora tivesse gravado com o Audacity ficheiros em MP3 para cada texto, não gostei do resultado final.
Por isso, decidi procurar uma outra ferramenta que servisse melhor os meus intentos originais e um pouco por sorte descobri my.brainshark e após algumas experiências com o som, resolvi produzir um áudio livro bilingue. Para o receptor seguir o texto a par e passo optei por utilizar a opção do powerpoint, uma vez que a versão de texto normal, num documento Word ficava um bocado desfasada e interferia com a leitura normal do texto. Como se pode concluir comparando as duas versões:

versão experimental leitura do document do word
versão final – powerpoint
Porquê integrar som? A voz torna mais visível e forte a presença social que é manifestada através da escrita. Acho que através da voz se consegue fazer sentir essa presença de forma mais evidente ou pelo menos dar essa ilusão. Senti isso pela primeira vez nas sessões no Second Life. Por outro lado, e tendo em atenção as questões da acessibilidade apresentadas na I Conferência do Mestrado em E- Learning myMPeL, 2010 pela Dra. Manuela Francisco, pretendi conceber um REA que fosse adequado à entrada de informação através de vários canais – visual ( texto e imagem) e auditivo, considerando os vários perfis de aprendizagem e incapacidades dos receptores( falta de visão por exemplo).
Considerando ainda o desafio da internacionalização, inclui a versão do texto em Inglês.

Quanto ao tamanho do texto. Ele é pequeno. Trata-se de uma reflexão pessoal com base no percurso de aprendizagem realizado até aqui. Mas penso que consegui de uma forma sintética incluir os aspectos mais relevantes, considerando o lado ético e prático da utilização e produção de informação que era esse o meu objectivo inicial. E por isso penso ter conseguido realizar um recurso válido e com algum valor educativo.

 

O cibercidadão – OER ( versão final) Junho 19, 2010

Filed under: MREL — helenaprieto @ 6:54 pm
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Thank you for your colaboration

Thank you


Na procura de construir um recurso educativo aberto, explorei várias ferramentas da web 2.0 com o objectivo de incorporar som e imagem , para além do texto.  Nas minhas pesquisa, descobri o my.brainshark. Esta ferramenta que me pareceu bastante simpática e acessível, foi a seleccionada para a apresentação deste trabalho. Após várias experiências optei pelo powerpoint para a construção do REA incorporando o som pois pretendi fazer um recurso que respondesse ao desafio da internacionalização dos materias ( incluindo uma versão em inglês do texto) e da acessibilidade.

Este pequeno livro é um REA , pode ser usado livremente, partilhado e eventualmente modificado.

Creative Commons License
O cibercidadão by Helena Prieto is licensed under a Creative Commons Atribuição 2.5 Portugal License.
Based on a work at my.brainshark.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://my.brainshark.com/O-cibercidad-o-930674106.

Acesso à versão em Inglês:
Cybercitizen by Helena Prieto ( english version)

Acesso à versão em Português:
O cibercidadão é…

 

Cibercidadão- experiências Junho 3, 2010

Filed under: MREL — helenaprieto @ 10:32 pm
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Cibercidadão

Através da Internet o acesso à informação nunca esteve tão facilitado e ao alcance dos indivíduos de forma livre e confortável como actualmente. Embora essa acessibilidade seja para o comum do cidadão uma inegável vantagem, a forma como usamos a informação disponível tem de ser pensada.
É fácil utilizar esta informação digitada, fazer cópia e colagem e refazer tudo numa nova estrutura. Misturar os vários ingredientes e fazer a sopa, é uma técnica muito usada na organização da informação. Mas este procedimento pelo facto de ser comum e generalizado, não está de forma nenhuma correcto.
Com tanta facilidade é comum esquecermo-nos que a informação
Descubra o seu perfil através de um quiz:

Um quiz sobre o perfil do utilizador da net e os seus usos

Com tanta facilidade é comum esquecermo-nos que a informação disponibilizada na Internet pertence a alguém. Ao usarmos essa informação temos o dever de ter este aspecto consciente nas nossas mentes e não agirmos leviana ou vampirescamente perante o trabalho dos outros.
Para todas as instituições e serviços que lidam com a informação e em particular para as instituições de ensino é importante ter consciente as questões éticas e legais dos direitos de propriedade intelectual e os direitos de autor.
Experiências com o go animate: O cibercidadão e a propriedade intelectual

Apontamentos para o delinear do perfil do cibercidadão
Cibercidadão.

Publicação do resultados:
o cibercidadão– um elemento do ciberespaço

versão 2 –

 

Review on an annoted bibliography Janeiro 22, 2010

Filed under: ppel — helenaprieto @ 8:19 pm
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Teresa Fernandes’ annotated bibliography is very well structured considering the items suggested for evaluation by Mónica and Sandra on their Learning Object on assessment, that are as follows:

1. The sites in the annotated bibliography are relevant
2. The webgraphy is written correctly (mentioning author, date, site and date when it was seen)
3. The design of the blog entries helps the reading process
4. Mentions the important aspects of the sites/articles read
5. Adds personal comments to the annotated bibliography

In her annotated bibliography at http://teresanauniv.blogspot.com/ Teresa starts by explaining clearly the purpose of this bibliographic research in the introduction part.

Her work is structured with an entry for each article with the correct way of indicating the items needed – author, date of publishing, title of the article, the date of access followed by the indication of the site where the article was found.

She briefly summarizes the main ideas of each article, organizing it in short texts following the entry for each article. And she keeps the same structure through out the her post.

Since from the summaries she wrote for each article any reader can draw some interesting conclusions and clarify some key concepts regarding cooperation and transparency, this annotated bibliography ( or webgraphy since all articles included are available on the internet) is a valuable reference resource for other students and researches looking for information on these topics.

To make it more interactive I would suggest to insert active links directly to the places where the topics are stored on the net. This would make it easier any reader to follow the links easier without having to make copy and past of the links to a search motor.
In this way her annoted bibliography become a open resource.

The design of the blog entries helps the reading process.

On a whole I think it is a practical good example on how to structure this kind of assignment.

Perhaps at the end , as a kind of conclusion, she could add some comments of her own.

helenaprieto

 

Review on the LO – Transparency in Online education by J. Carlos and P. Simões Janeiro 20, 2010

Filed under: ppel — helenaprieto @ 3:33 pm
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I absolutely loved J. Carlos and Paulo Simões learning object on Transparency in Learning, made with goanimate.com/movie. A video animation intitled Transparency in online education
Personally because I love cartoons and animation, I felt very curious about this tool and the way you’ve worked to present your point of view regarding transparency in learning – here seen as showing to other what you are doing and being open to other people suggestions, insights and cooperation, making open source resources. In a word creating knowledge.
By presenting the advantages of online learning you specifically point out how being connected through a multitude of social networks can help improve learning from a personal point of view, especially because you also have assessment from other sources than your teacher.
You have also presented the advantages of online learning in a very nice and straightforward way by contrasting two typical learning situations. I also noted that you’ve put a great emphasis in showing how people on online learning environments have more freedom of time and space and implicitly of pace.
Showing other people what you do is very important in our society , nowadays. So the old ways of teaching are becoming very boring and out of date. This boringness is clearly shown in the film, by the routine school life Peter has. Also the fact that the face to face environment you created doesn’t have anything technological shows the typical situation of our schoolrooms. Only a blackboard and sometimes a teacher that talks all the time, like a radio, old books and old statues are not very motivating. The scene portrays a school facing the past and not the future.
You also point out, perhaps implicitly, that the lessons on face to face are not very interesting or interactive. Assessment only comes from one source, the teacher. Is that why Peter looks so lost? Even with assessment once a month, he feels that something is missing. These kinds of lessons are not enough, nor very promising or motivating either.
On the other hand, Mary seems more pleased with her learning. She is learning in a total different way – in an online learning environment which can be accessed anywhere, anytime through a simple personal and portable computer, allowing her more freedom of time, space and pace. These are obvious advantages comparing to Peter’s learning environment. It is obvious that Peter doesn’t have any of these freedoms. He has a strict routine timetable.
Another great advantage is getting connected to other people . She shows her work to other people because she publishes it somewhere on the internet and she gets valuable feedback from other sources than her teacher. In fact her colleagues and friends can see her work and help her improve on it. This is an advantage, because she has insights from many different sources and sources that are perhaps on the same level of knowledge or share similar cognitive structures. Another obvious advantage is that by making her work public she is implicitly making open resources that other people might use. Eventually she creates her own learning community.

This is what it means to live in a knowledge and information society- creating knowledge by sharing ideas, thoughts, insights with others and making everyone contribute to the process of passing on information.

Personally I would put some colour on the ballons of the end. Colour catches people’s attention and would make this animation more lively. It also helps to more cohesion beteween the colourful pictures of the first part with the second part ( your conclusions).

 

Review on two learning objects – online teaching techniques Dezembro 2, 2009

Filed under: ppel — helenaprieto @ 11:55 am
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To do this activity I’ve chosen Eduarda Rondão and Telma Jesus’s learning objects. What do these learning objects have in common? The capacity to organize information on a very clear and synthesized way and the underlying theme – teacher workload and course management. 

Eduarda Rondão’s learning object is a cartoon produced with toonlet.com creator.

Her learning object is about the role of the teacher in distance education. It presents the challenges any online teacher must face and consider to create a truly online curse, focusing in the most crucial aspects of online education – instructional design, keep track of students progress along with the update of resources, foster learning communities and mentorships, assessment and grading. It also points out the need to consider both teacher and students’ workload. All these aspects are very important to be considered because they are factors of success.

Instructional design is very important because students must understand what they must do clearly, to be more efficient and save time. Not understanding instructions can be very frustrating and lead to failure. It is also time consuming because the student have to ask for clarification and wait for the teacher’s answer . Also important and good to know in advance is how our work is going to be evaluated.

Regular feedback is also a need in online courses. Students feel more at ease if they know that the teacher is there to help them. In spite of being able to resource to other colleagues and group members, it is always good to have teacher’s feedback once and a while, so that we know how we are doing, what could we do better, how can we improve our work ….

The update of resources is also a success factor. Everyone needs to have updated information and this is also a measure of the course quality.

Online courses tend to be more and more interactive and group based work is quite stimulating and helps build up a sense of community. It can be in itself a factor of success because people feel that they belong and don’t feel so isolated in their work. Sharing doubts, learning with their peers is more motivating than being/ feeling alone, though most time online students are bound by their own time and pace.

Mentorships can be a very helpful and useful resources. This might be a success factor because it is good to learn new things from people who clearly know a great deal more than we do about a common interest subject.

Having in mind a reasonable work load is also critical factor of success. Not too much … not too less. This is very difficult to access since students needs and previous knowledge are different from student to student.

Teacher’s workload must also consider students needs. Instructional design must consider both teacher and students’ workload and propose reasonable quantity of tasks.

As a kind of answer and comment to Eduarda’s learning object I made this cartoon: 

Teacher's workload

A comment to Eduarda's LO

 

Telma Jesus’ learning object is done on readthewords.com and it is very well thought off and neatly structured. It synthesizes an article by Kate Buttler (2003) that is still very much up to date and useful because it is centered on practical tips and advice for the online teacher to organize his/her work in a rational way. These tips also help to create awareness of the teacher and student workload and helps teachers organize themselves more efficiently in the use of technology, time and information management skills, computer skills, organization skills.

Technology usage is an important aspect of online teaching. So, being able to use the CMCs in the most efficient way as possible saves time and avoids problems. Organizing electronic information to support students’ work and progress as well as assessment are crucial for the success of the course.

Teachers workload management strategies are further developed by the teacher experience in online teaching and can be also be subject to the instruction of the institution.

I really enjoyed this learning object because of its presentation and by the fact that combining sound and text not only helps to understand the text better, as it is a valuable learning object for visual impaired people.