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CAEL-Reflexão pessoal Fevereiro 17, 2011

Filed under: CAEL — helenaprieto @ 9:08 pm
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umateia de factores de sucesso
Teia de factores de sucesso

As leituras realizadas da bibliografia indicada e de outra sugerida pelos colegas ou pesquisa para aprofundar alguns aspectos que mais me suscitaram curiosidade foram fundamentais para o desenvolvimento das aprendizagens nesta UC, onde se pretendeu tomar consciência da teia de factores que influem na concepção de cursos online de qualidade e da sua interligação para promover também o sucesso da formação. Observamos, que nem sempre a qualidade e o sucesso são factores directamente associados, numa relação de causa /consequência. No entanto, a qualidade do design, do apoio e da comunicação entre os elementos envolvidos são elementos essenciais na promoção da qualidade e do sucesso dos alunos. Estes aspectos são mencionados quer na literatura, quer nos nossos fóruns de discussão, onde partilhamos ideias, pontos de vista e experiências de aprendizagem.  

Os fóruns de discussão foram um elemento fulcral para a aprendizagem, pois neles são postas dúvidas, questões, e levantados problemas, que fornecem novas perspectivas sobre os assuntos em estudo, gerando assim uma importante fonte de conhecimento motivadora da reflexão. A dinâmica da comunidade de aprendizagem gerada desta forma foi um elemento essencial no desenvolvimento da aprendizagem individual. A visibilidade do processo, a comunicação assíncrona permite pensar, reformular os textos produzidos desenvolvendo-se assim uma maior capacidade de reflexão e de auto-regulação das aprendizagens. O processo sempre interactivo de leitura/escrita, inerentemente obriga ao desenvolvimento de competências de escrita e de estruturação do pensamento e consequentemente dos textos produzidos. A partilha de experiências relativamente ao processo de adaptação e de desenvolvimento do percurso de aprendizagem em ambiente online ajuda a eliminar a sensação de isolamento e a nos sentirmos mais integrados. A presença próxima do e-professor, orientador e condutor do percurso ajuda a essa integração. No ambiente online, onde toda a interacção é mediada por computador e a comunicação normalmente assíncrona, a presença social activa dos elementos do grupo de trabalho, do e-professor são indispensáveis para ultrapassar a barreira física da distância. Estes foram nesta UC os aspectos chave e os factores de qualidade que mais destaco.

Quanto a condições e saberes do perfil do aluno, destaco a vontade de aprender e de arriscar, explorar novos ambientes e formas de aprender; uma atitude exploratória para ir mais além, para ultrapassar as dificuldades que se encontram ao longo do percursos. Aprender é um investimento em nós próprios e nos outros. Em termos práticos, aprender online requer uma boa gestão do tempo, em especial no caso de trabalhadores estudantes e uma noção mais realista dos objectivos pessoais de aprendizagem. Como a maior parte da comunicação é escrita, os textos têm de ser lidos e este ciclo comunicacional de leitura/ escrita é bastante exigente em termos de tempo. Os ambientes de aprendizagem virtuais exigem também domínio progressivo das tecnologias e a aprendizagem de procedimentos novos ou de uma transposição de procedimentos para novas situações. Em termos pessoais, as minhas competências de escrita e leitura, de reflexão e auto-crítica foram bastante desenvolvidas, assim como as competências técnicas no domínio de algumas ferramentas de comunicação assíncrona. Em muitos aspectos, houve um “revamp” de competências de aprender a aprender, pois a modalidade de trabalho de grupo online assim o exige.

Quanto à liberdade de escolha de temas ou de percursos de aprendizagem a seguir, penso que este curso têm muita qualidade, pois permite que cada aluno faça o seu percurso pessoal de uma forma interligada e construtiva. E constato que os ambientes online são mais propícios para a aprendizagem destas competências, pois a comunicação assíncrona permite pensar, reflectir e construir textos mais estruturados. Isso também disciplina o pensamento e estrutura-o.  

Em termos de formas de avaliação, destaco a avaliação para a aprendizagem e avaliação da aprendizagem. A primeira porque permite uma maior consciencialização do percurso realizado e a realizar, obrigando a uma constante auto-reflexão crítica e auto-regulação dos processos de aprendizagem por parte do aluno – o aprender a aprender –. Na sociedade actual, essa é uma competência essencial a desenvolver. Se por um lado, aprender online exige uma transposição de procedimentos mais característicos da aprendizagem presencial, por outro lado há medida que se torna mais parecido com o presencial (com a incorporação dos trabalhos de grupo, comunicação síncrona, por exemplo) é preciso desenvolver diferentes competências quer de modos de trabalho, quer técnicas.

A segunda forma de avaliação é institucional e socialmente importante, pois é desta forma que os conhecimentos adquiridos são reconhecidos e esse processo legitima as aprendizagens aos olhos da sociedade.

A avaliação não se resume apenas ao lançar dos resultados, é necessário haver investigação dos procedimentos, observar e divulgar boas práticas num movimento ascendente de procura de melhorar a qualidade do ensino/aprendizagem online. Por isso, e pelo facto desta modalidade de ensino/ aprendizagem ser relativamente nova, este é um campo de investigação essencial – Investigar a avaliação/ melhorar a qualidade.

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MICO- Questões de investigação: Investigar a avaliação dos cursos online Fevereiro 13, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 7:21 pm
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Pesquisa e avaliação

pesquisa e avaliação

A Sónia Valente focou a  questão da avaliação como um campo em aberto para a investigação. No entanto, em CAEL, lêmos vários artigos sobre a avaliação dos cursos online e se pesquisarmos um pouco encontramos muitos artigos que focam as questões de avaliação. Mas a perspectiva é mais teórica e normativa do que prática.

As questões de avaliação do ensino online são bastante estudadas e prendem-se com aspectos práticos relacionados com o prestígio das instituições, com a competitividade das instituições na oferta de formação e não apenas com objectivos formativos. A avaliação (1) é sempre um aspecto sensível e bastante complexo pois envolve muitos factores intrínsecos ( métodos, técnicas de avaliação, procedimentos, tipos de avaliação…) e extrínsecos ( prestigio da instituição, competitividade no mercado…). No entanto, parece haver poucos estudos comparativos entre o online e o presencial no que toca a medir de forma mais objectiva a eficácia das aprendizagens  realizadas online até 2006, de acordo com as conclusões do estudo desenvolvido nos Estados Unidos (2)

Simone Conceição(1), refere os sete princípios de avaliação  de acordo com Chickering e Gamson( 1987) – encorajar o contacto estudante/ universidade; encorajar o contacto dos estudantes entre si , encorajar a aprendizagem activa, promover o feedback rápido, enfatizar o tempo na tarefa, comunicar expectativas altas, respeitar os diferentes talentos e modos de aprendizagem  e enfatiza a necessidade de uma avaliação cujos resultados impliquem melhorias em procedimentos futuros do funcionamento dos cursos , considerando o curso, as actividades online, o desempenho do aluno, o desempenho do professor e o programa utilizado. O powerpoint apresentado visa a reflexão dos professores em relação aos cursos administrados online . A reflexão e a análise dos procedimentos são uma forma comum de avaliação do funcionamento dos cursos. Uma questão de investigação interessante seria , por exemplo saber que tipo de auto-análise os professores online fazem para saber  que aspectos precisam de melhorar e que procedimentos implementam para melhorar esses aspectos.

Nos Estados Unidos, os investigadores do Centro para a tecnologia em Aprendizagem, realizaram um estudo sobre a qualidade de ensino nos cursos online com o objectivo de responder a quatro questões de investigação:

“1.How does the effectiveness of online learning compare with that of face-to-face

instruction?

2. Does supplementing face-to-face instruction with online instruction enhance learning?

3. What practices are associated with more effective online learning?

4. What conditions influence the effectiveness of online learning?”( pág.XI)

 e publicaram um relatório de meta- análise(2) com algumas descobertas/ conclusões interessantes:

-Maior eficiência (modesta) do ensino online/ b-learning em relação ao presencial.

“Online learning conditions produced better outcomes than face-to-face learning alone”(pag 51)

– Há um grande conjunto de factores que promovem a eficácia das aprendizagens e que não se baseia somente no facto do curso ser online.

“That caution applies well to the findings of this meta-analysis, which should not be construed as demonstrating that online learning is superior as a medium. Rather, it is the combination of elements in the treatment conditions, which are likely include additional learning time and materials as well as additional opportunities for collaboration, that has proven effective.” (pág 51)

 

–          Há maior ganhos de aprendizagem quando esta é realizada de forma colaborativa em comparação com a aprendizagem independente.

–          Há maior abrangência de estilos de aprendizagem nos cursos online.

Deste estudo muitas questões ficam em aberto em relação à avaliação dos cursos online , comparados com os desenvolvidos em regime presencial.

Um dos aspectos apontados como limitativos dos estudos conduzidos referem o  pequeno número de estudantes envolvido e o duplo papel do investigador/ professor.

Tendo estes aspectos em conta, são necessários estudos independentes eu contrastem o desempenho dos alunos no ambiente presencial e online, medindo as aprendizagem.

Há muito a investigar em relação á avaliação dos cursos online. Apesar de já existirem muitos relatórios de investigação referindo muitos aspectos teóricos e de boas práticas, há um campo aberto para o desenvolvimento da investigação referente ao que realmente se faz.

Bibliografia:

(1)    CONCEIÇÃO, Simone, Assessment  and Evaluation of Online Programs, acessível em

http://www4.uwm.edu/acad_aff/academic/opc/06_mar10assesseval.pdf, acedido a 13 de Fev. 2011

2- MEANS, Barbara et all. (rev2010), Evaluation of Evidence-Based Practices in Online Learning-A Meta-Analysis and Review of Online Learning Studies, Departement of Education, USA , acessível em http://www2.ed.gov/rschstat/eval/tech/evidence-based-practices/finalreport.pdf, acedido em 13 de Fev. 2011.

 

MICO – Problemáticas e temas de investigação

Filed under: MICO — helenaprieto @ 4:51 pm
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Investigar na rede

Quais as problemáticas que surgem como necessitando de investigação no contexto do E-learning? Emergem  grandes questões em aberto?

No final de cada artigo há uma secção relativa aos limites e limitações do estudo e ai podemos encontrar o gérmen para novas investigações ou re-investigações.

As investigações em e-learning  e em metodologias de pesquisa usando a internet precisam de ser sempre actualizadas pois o desenvolvimento tecnológico permite aos utilizadores acesso a ferramentas cada vez mais poderosas e completas para desenvolver quer o ensino online quer a investigação. O e-learning e a investigação na rede ou com ferramentas da internet é um mundo em constante desenvovimento, pelo que a investigação é um constante “work in progress”.

Lauriza Nascimento, apresenta um artigo (1) em que os autores investigam as vantagens da realização dos inquéritos por e-mail. Esse artigo data de 2004. Como já estamos em 2011,um estudo comparativo seria interessante. Os procedimentos teórico-práticos de condução da investigação pelo método do inquérito mantêm-se , mas será que a crescente informatização dos procedimentos têm influência na taxa de retorno?

 A maior familiarização do público em geral e das instituições em particular com a tecnologia de comunicação à distância – mails, g-talks, Messenger … – mais comuns no meio social terão influência na taxa de retorno dos inquéritos?

A facilidade de envio, armazenamento e de tratamento de dados em tempo real por ferramentas online incentiva o recurso a determinadas modalidades de investigação, como os inquéritos por exemplo?

Há artigos que propõem como possíveis desenvolvimentos complementares da investigação, abordar o mesmo assunto mas sob uma perspectiva diferente. Por exemplo, no artigo que analisei (2), os investigadores apontam como limites não terem explorado a perspectiva do aluno sobre as tendências futuras do e-learning. Essa é uma perspectiva em que pode assentar uma nova investigação sobre o tema.

Há artigos de investigação, como o que o Marco Freitas apresentou (3), que pretendem investigar boas práticas que levam ao desenvolvimento de um serviço como, por exemplo, o Repositório Institucional  inserido projecto Movimento de Acesso Livre , em que os investigadores referem a necessidade de maior aprofundamento do estudo conduzido através de outras técnicas de investigação. Neste caso, a técnica sugerida é a da entrevista, ou mais propriamente de um conjunto de entrevistas. Os investigadores mostram as limitações do seu estudo qualitativo, baseado no inquérito e expressam a necessidade de uma investigação complementar:

No caso concreto do estudo que apresentamos, consideramos que o mesmo deverá

ser complementado através de um conjunto de entrevistas que enriqueçam a informação recolhida.” (3)

Todas estas informações podem constituir temas para futuras  investigações, uma vez que nelas se encontram os germens das questões –problema.

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Bibliografia:

(1)   Pinheiro, Ana & Silva, Bento (2004). A Estruturação do Processo de Recolha de Dados On-Line. In Actas da X Conferência . Braga: Psiquilíbrios Edições, pp. 522-529. Acessível em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7147/1/A%20Estrutura%C3%A7%C3%A3o%20do%20processo%20de%20recolha%20de%20dados%20on-line.pdf – acedido em 12 de Fev.2011

Internacional Avaliação Psicológica, Formas e Contextos

(2)   Kyong- Jee Kim e Curtis J. Bonk The Future of Online Teaching in Higher Education de EDUCASE  QUARTERLY, número 4, 2006

3)   Rosa, F. G.; Gomes, M. J.: “Coordenadores de comunidades de repositórios institucionais: o caso do repositórium”. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, n.º esp.,p. 100-115, 2.º sem. 2010. isponível em http://hdl.handle.net/1822/11242

 

MICO – Questões de investigação sobre os cursos online

Filed under: MICO — helenaprieto @ 4:45 pm
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Questões de investigação

Questões de Investigação

Dos artigos analisados pela turma, destaco três ( 2, 3,4) que me pareceram bastante interessantes e que focam temas de investigação muito pertinentes para o funcionamento dos cursos online, nomeadamente:

– o funcionamento dos grupos em ambiente virtual,

–  estratégias de facilitação dos pares;

– duração dos cursos Vs ganhos na aprendizagem

Uma das questões cruciais de investigação refere-se à forma de interacção dos alunos em cursos online que funcionam com base no desenvolvimento de estratégias  de construção colaborativa de conhecimento, como o trabalho de grupo online.  Esta questão foi abordada também na U.C de Comunicação Educacional (MPEL3)  e as conclusões do estudo (1) que analisamos em grupo – a Luciana Grof, a Lurdes Martins e eu –  coincidem com as que são apresentadas no estudo que a Maria Leal analisou (2). Os grupos vão desenvolvendo progressivamente estratégias de interacção social, organização do trabalho, normas de funcionamento e de apoio aos elementos do grupo que lhes permite levar a cabo as actividades. Há uma transposição de procedimentos do ensino presencial para o online, quanto à organização do trabalho. É normal não haver um líder expresso, porque a modalidade de trabalho é colaborativa e parte-se do princípio que há uma responsabilidade partilhada. O desempenho do grupo melhora com o tempo e com a experiência dos membros.

Aprender online é uma experiência bastante diferente de aprender num contexto presencial, mas, as aprendizagens realizadas são bastante ricas e a comunicação entre os elementos do grupo é facilitada pelas ferramentas de partilha e de comunicação síncrona e assíncrona. Quanto mais “amigáveis” essas ferramentas são, mais fácil se torna a comunicação.

Quanto ao estudo analisado pela Maria Leal, as sugestões de procedimentos ( boas práticas) reforçam a necessidade de atenção que deve ser dada a aspectos chave para o sucesso:

– O tipo adequado de trabalhos de grupo;

– O tempo que é necessário para que os grupos se formem e funcionem.

– Orientações e metas a atingir no percursos (cronograma)

No desenvolvimento da participação do grupo ou da turma nas activdades colaborativas – trabalhos de grupo, discussões online, por exemplo, há elementos facilitadores e outros inibidores. O estudo analisado pela Maria Paula Silva (3) revela que há estratégias de facilitação dos pares que motivam à participação e estimulam o envolvimento nas actividades. O que significa que a qualidade da interacção online também depende da presença de elementos do grupo que sejam “ facilitadores” e não apenas das orientações dos professores na estruturação das actividades como discussões síncronas, por exemplo. No entanto, não é de surpreender a conclusão do estudo de que

As estratégias usadas pelos estudantes também podem ser determinadas pelo papel e nível de envolvimento do formador nas discussões, pela tecnologia usada e pela conceção do curso. (3)

Numa comunidade de aprendizagem, o papel do professor, embora não sendo central ao processo de aprendizagem, é orientador e esclarecedor. Ele é sempre uma referência, um ponto de apoio, por isso, o seu envolvimento, condiciona o desenvolvimento de todo o processo.

É necessário haver um planeamento cuidadoso, sobretudo ao nível da modelação da facilitação online, implicando a presença do formador nas discussões e na preparação dos estudantes antes de estes iniciarem a condução das discussões (3)

A duração do curso online é um dos aspectos que geralmente não é considerado como factor de sucesso, mas neste estudo apresentado por Maria João Spilker (4) observamos que a duração é um elemento digno de investigação. A questão da duração prende-se com a qualidade de aprendizagem. No estudo apresentado (4), as investigadoras procuram investigar o nível de satisfação dos alunos que frequentam um curso intensivo onde a   aprendizagem é concentrada , e um curso mais longo onde a aprendizagem é distribuída. Parece ser à partida uma questão interessante e pouco estudada nos ambientes online, mas as conclusões do estudo são reveladoras quanto ao  factor comunicação, visto que foram detectadas diferenças significativas a nível de satisfação dos alunos quanto ao nível de comunicação  com o professor (menos satisfatório)e com os colegas( mais satisfatório).  Este estudo revela as dificuldades de gestão por de cursos intensivos  parte dos professores que vêem o seu workload muito aumentado. A nível de retenção das aprendizagens, não houve uma diferença significativa a considerar.

Este estudo acaba por focar mais o papel da comunicação e a gestão das tarefas do professor como elementos vitais para o sucesso da aprendizagem:

A comunicação entre alunos e professores é vital para o sucesso de cursos online. Professores devem por isso recorrer a várias estratégias para possibilitar essa comunicação (sala de chat, fóruns de discussão, blogs, resposta imediata a e-mails). A fim de a evitar a sobrecarga do professor nos cursos online intensivos é sugerida a utilização de Podcasts e FAQs.(4)

 

 

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Bibliografia:

(1)Dennis, Alan R. e Valacich, Joseph S (1999) Rethinking Media Richness: Towards a Theory of Media Synchronicity, in Proceedings of the 32nd Hawaii International Conference on System Sciences

(2)Johnson, Scott D. et all (2002): Team development and group processes of virtual learning teams. In Computers & Education 39 College of Education, University of Illinois at Urbana-Champaign, 345 Education Building, 1310 South Sixth Street, Champaign, Illinois, USA

(3) Baran, E. & Correia, A. P. (2009). Student-led Facilitation Strategies in Online Discussions. Distance Education, 30: 3, 339- 361. Disponível em http://www.public.iastate.edu/~acorreia/Student-led%20facilitation%20strategies.pdf

(4) Ferguson, J.M. & DeFelice, A.E. (2010). Length of Online Course and Student Satisfaction,

Perceived Learning, and Academic Performance. In International Review of Research in

Open and Distance Learning, 11(2), pp. 73-84. Disponível em

http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/viewArticle/772/1547

 

CAEL-Discussão assíncrona e tipos e níveis de leitura Fevereiro 4, 2011

Filed under: CAEL — helenaprieto @ 5:11 pm
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tipos de leitura

Tipos de leitura

Para seguir e participar num fórum de discussão, os alunos têm de usar estratégias de leitura adequadas aos seus objectivos. Há tipos e níveis de leitura diferentes – mais rápido e superficial para se ter uma perspectiva global dos assuntos ou mais lenta e em profundidade. A chamada leitura de pormenor. Harlow apresenta cinco tipos de leitura:

-Scanning – procura selectiva de informação que implica a atenção a tópicos, palavras chave…

-Skimming- é uma leitura superficial do texto para retirar a informação mais relevante

-De significado – implica uma visão ampla do conteudo para filtrar as informações principais das acessórias.

-De estudo – implica a obsorção mais profunda dos conteúdos, exige releitura e resumos.

-Crítica – neste tipo de leitura estabelece-se comparação entre a informação do texto e os conhecimentos prévios do leitor.

Podemos também identificar níveis de leitura: (3)

• Leitura Elementar – Compreensão básica de vocabulário e frases
• Leitura por Inspeção=Leitura rápida
• Leitura Analítica (apropriada ao texto acadêmico) = Leitura completa
• Leitura Comparativa (apropriada ao texto acadêmico) = Leitura de várias obras relacionadas

O professor está a ler para avaliar quer sob o ponto de vista da avaliação para a aprendizagem, quer da avaliação da aprendizagem. Mas ele pode recorrer a instrumentos de análise de conteúdo como as rúbricas, tal como a professora Lúcia explicou.

O aluno não faz isso, ele tem de filtrar a informação dos posts e decidir quais os mais importantes, responder tendo em conta o que foi dito, enfim apropriar-se da informação, digeri-la, e ter sobre ela uma perspectiva crítica. Nem sempre tem de ser convergente, pois a riqueza/vantagem das discussões são a apresentação de vários pontos de vista. Isso, é claro, é um tipo de competências que exige muito tempo. Como os foruns são constituídos por posts escritos, ainda exige mais tempo, pois temos de pensar, estruturar e escrevê-los. A exigência em termos de tempo parece ser uma desvantagem, mas, se tivermos em consideração que estes registos são uma preciosa fonte de informação, penso que compensa. Se tudo o que aqui foi escrito, fosse dito, muita  informação estaria perdida. Assim há sempre a possibilidade de revisitar os posts, procurando informação específica sobre um determinado assunto, comparar pontos de vista…

De facto, esta forma de interagir, como o Nuno Oliveira referiu, consume mais tempo, mas também compensa porque a informação registada, constitui uma fonte rica e importante para que cada aluno desenvolva o seu próprio percurso de aprendizagem. As competências de leitura e de escritas são inerentes a estas actividades.

Bibliografia:

(1) http://www.slideboom.com/presentations/17412/tipos-de-leitura

(2) http://www.jcu.edu.au/school/tbiol/zoology/local/reading.pdf

(3)http://professorhugo.blogspot.com/2005/07/tipos-de-leitura.html

(4) MACHADO, João Luís Almeida, Conhecendo os recursos de aprendizagem Online: Foruns de discussão acessível em http://www.planetaeducacao.com.br/novo/imagens/artigos/diario/Conhecendo-os-recursos-de-aprendizagem-on-line.pdf

 

CAEL-Metodologias e instrumentos de avaliação online Fevereiro 3, 2011

No desenvolvimento da actividade 4 de CAEL -Actividades, instrumentos e modalidades de avaliação em contexto de formação online, foi realizada uma análise comparativa de dois artigos, procurando aspectos em comuns e as vantagens de usar tanto blogs como foruns de discussão assincrona na avaliação da aprendizagem online. Observamos que ambas as ferramentas são assincronas e permitem dar a conhecer públicamente o desenvolvimento do processo de aprendizagem individual, por um lado e por outros servir de base para o estabelecimento de uma comunidade de aprendizagem online uma vez que estas ferramentas permitem o diálogo entre os diferentes intervenientes – e alunos e e-professores em primeiro lugar e em segundo lugar alargar a comunidade uma vez que a visibilidade no caso dos blogs proporciona oportunidades de dar a conhecer o trabalho desenvolvido publicamente.
A primeira versão desse trabalho está disponivel em http://my.brainshark.com/CAEL-Metodologias-e-instrumentos-de-avalia-o-online-275350590

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Algumas observações e apontamentos de leitura dos dois artigos:
Há muitos pontos de contacto entre os dois textos que podemos explorar tendo em conta que os e-portfolios são também instrumentos de ” comunicação assíncrona” se entendermos que quando publicamos os posts estamos a comunicar com um público anónimo. Mas estamos a abrir as portas para uma corrente de comunicação através dos possíveis comentários. A vantagem dos e-portfolios é que podem ser publicados de forma independente e ficarem visiveis para um público mais vasto e não apenas a comunidade de aprendizagem a que se pertence.

Aspectos comuns aos e-portfolios e aos foruns assíncronos é serem ferrramentas com um forte potencial para serem utilizados para

-Promoção da aprendizagem e da avaliação centrada no aluno;

-Promoção de oportunidades de desenvolvimento de capacidades específicas do aluno online – auto reflexão, auto-regulação e meta-cognição, literacia digital e desenvolvimento da expressão escrita;

-promoção oportunidades de avaliação da e para a aprendizagem;

– formação de comunidades de aprendizagem

– promoção de oportunidades de gerar circulos de feedback envolvendo todos os intervenientes no processo de aprendizagem alunos/ professores.

Apontamentos do artigo sobre os  e-portfolios:

A avaliação por Portfolios em papel já não é novidade m mas os e-portfolios trazem vantagens que se prendem com a visibilidade e o público que alcançam, bem como a possibilidade de estabelecer links internos e externos ou seja gerar um hipertexto, coisa que não é possível fazer com um portfolio em papel. Os e-portfolios podem ser usados em contexto educativo para consubstanciar três objectivos fundamentais do processo de aprendizagem:

– o e-portfolio de desenvolvimento que é o resultado de um processo de construção orientado pelo estudante e que segue várias etapas – recolha, selecção, reflexão e conexão.

– o e-portfolio de apresentação que é uma espécie de currículo vitae em constante construção que establece ligações para uma base de dados online contendo informação pessoal e profissional, referencias e provas relevantes de competências obtidas no decurso do trabalho ou aprendizagem ( trad. minha)

– o e-portfolio de avaliação (assessment) usado como um instrumento essencial no ensino online para melhorar o desempenho dos estudantes, permitir a partilha de ideias e feedback. Estes portfolios são um “ work in progress” e um instrumento para promover a aprendizagem colaborativa, são uma forma de comunicação essencial no desenvolvimento das relações inter-pares e como tal de uma comunidade virtual de aprendizagem uma vez que através deles são partilhados recursos.

Vantagens dos e-portfolios tendo em conta as várias fases:

A recolha e selecção do itens pode é facilitada por estar em formato digital. È mais fácil e rápido, e pode ser reorganizada consoante os objectivos a que se destina o e-portfolio. Há mais flexibilidade no seu uso. Pode ser individual ou de grupo. Pode ser partilhado.

Reflexão é uma forma de aprendizagem que vai integrado a experiência acumulada e permite desenvolver outras competências.

A projecção ou direcção – por serem digitais são passíveis de constante reestruturação;podem ser partilhados com os outros ( professores e colegas);são a base de comentários colaborativos, revisão e discussão.

Podem incorporar muitas possibilidades multimédia de apresentação, links

Para avaliação o e-portfolio promove formas mais individuais , reflectivas , interactivas e autênticas de avaliação em comparação com formas de avaliação automática assistida por computador.

Os e-portfolios podem funcionar como repositórios dos trabalhos (produtos) realizados pelos alunos à semelhança de um repositório de objectos de aprendizagem, e podem também tal como estes serem reorganizados, reordenados e reutilizados de formas diferentes consoante os objectivos a que se destinam.

O ensino baseado em objectos de aprendizagem deixa de ter uma estrutura narrativa e permite uma maior flexibilidade dos diferentes percursos de aprendizagem uma vez que é dada a hipótese de escolha de temas/ projectos/ actividades a desenvolver. Cada aluno pode construir o seu percurso de aprendizagem com base nas suas opções. A reflexão e a interconectividade são aspectos fundamentais do curso online desenvolvido a partir de objectos de aprendizagem. Os alunos também vão construindo os seus objectos de aprendizagem com base numa série de instruções prévias , modos de apresentação ( artigos, powerpoints, spreedsheets..) , exploração de tecnologias e pesquisas na net, actividades de grupo e discussões online. A reflexão é o elemento unificador. Uma das capacidades mais difíceis de adquirir é a auto-confiança. Escolher o percurso e percorre-lo é o verdadeiro desafio do ensino centrado no aluno.

As actividades para terem sucesso necessitam de instruções claras e feedback adequado do professor e de coesão na articulação dos procedimentos para aprendizagem flexível e os modos de avaliação flexivel. O e-portfolio é um instrumento de avaliação que desenvolve a independência, capacidades de aprender a aprender fundamentais na aprendizagem ao longo da vida.

Bibliografia

MASON, Robin; PEGLER, Chris & WELLER Martin (2004) “E-Portfolios: an assessment tool for online courses” British Journal of Educational Technology, Vol 35 Nº6 (717-727)

http://www.sarasotaintranet.usf.edu/ir/Documents/DistanceLearning/mason.pdf

VONDERWELL, Selma.; LIANG, Xin & ALDERMAN, Kay (2007) “Asynchronous Discussions and assessment in Online Learning”  Journal of Research on Technology in Education; Spring 2007; 39, 3; ProQuest Education Journals, pg. 309

 

 

 

 

CAEL-Visibilidade e ganhos no percursos de aprendizagem (reflexão)

Filed under: CAEL — helenaprieto @ 5:44 pm
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Visibildade

Visibilidade

Para abrir o debate e respondendo ao convite da professora desta U. C, referi um dos aspectos comuns aos dois artigos (1. 2) que o Marcus e eu analisamos comparativamente para esta actividade : A visibilidade

Uma das grandes vantagens que o ensino/ aprendizagem  online permite é a visibilidade do percurso de aprendizagem, quer através de discussões assíncronas, quer através dos e-portfolios (blogs)  e dai a abertura para procedimentos de avaliação mais transparentes e suportados pela comunidade de aprendizagem, que leva a desenvolver em pleno a dimensão da avaliação para a aprendizagem. Ao ler os artigos que o Marcus e eu seleccionamos para trabalhar, dei-me conta das potencialidades destas poderosas ferramentas para o desenvolvimento das competências relacionadas com a (auto) avaliação para a aprendizagem. Mas o verdadeiro poder , está na capacidade de tanto e-professores , como é-alunos as usarem nesse sentido. Não basta ter acesso a essas ferramentas. Aquilo que realmente lhes dá valor é a forma como são usadas. De qualquer forma elas são instrumentos mediáticos. O que conta na verdade são as inter-relações, ou dito de outra forma, o estabelecimento de uma comunidade de aprendizagem, concordam?

No desenvolvimento do tema , os colegas nos seus posts foram referindo aspectos que também são apontados por Vonderwell et all (1)

– a avaliação do percurso de aprendizagem e a aprendizagem partilhada ( o desenvolvimento de uma comunidade de a aprendizagem que sustenta a aprendizagem):

“…servem paralelamente para realizar uma avaliação de percurso formativo, permitem aos alunos uma aprendizagem partilhada e sustentada.” Joaquim Pinto

– o desenvolvimento de uma consciência crítica e autocrítica do trabalho desenvolvido:

…somos “obrigados” a reflectir e a analisar o nosso percurso de aprendizagem.

Assim, de forma mais consciente, podemos fazer uma auto-avaliação mais concreta e objectiva” Eduarda Rondão

– desenvolvimento de competências auto-reflexivas reguladoras da aprendizagem

“Mas os maiores trunfos da utilização destas ferramentas, são a reflexão e o registo de actividades. Ao fazê-lo obriga-nos a aprender, a associar, a reflectir, a pensar, etc” Joaquim Pinto

– estruturar e ampliar as aprendizagens:

“um fio condutor, lógico e determinado que nos leva nos faz perceber a “espinha dorsal” das aprendizagens a realizar e estender as aprendizagens a caminhos transversais” Joaquim Pinto

– avaliação final das aprendizagens realizadas:

“À medida que vamos construindo o nosso conhecimento e a nossa aprendizagem, vamos construindo a nossa avaliação” Ana Marmeleira

Questões problematizadoras da modalidade de ensino online foram levantadas tendo em conta a visibilidade e a construção da comunidade de aprendizagem bem como o papel dos seus intervenientes:

Foram referidos aspectos como:

o rigor científico.

Como pode a comunidade de aprendizagem realizar aprendizagem com rigor cientifico? A exposição ( visibilidade) não garante por si que haja rigor cientifico nos posts, mas a comunidade de aprendizagem, orientada pelo e-professor promove esse rigor científico.

– O plágio

A visibilidade também pode ser um mecanismo de combate ao plágio dado que os trabalhos estão publicamente expostos.

– O papel do e-professor

Orientador do percurso de aprendizagem  e garante de rigor científico.

Não deve intervir demasiado, mas não pode estar ausente, pois a sua presença é uma referência e um apoio para a comunidade, uma vez que ele é o expert.

– Feedback

Embora numa comunidade de aprendizagem online os alunos interajam bastante uns com os outros, o seu feedback  pode não ser suficiente para ajudar no processo de regular as aprendizagens e de desenvolver o rigor cientifico, sendo por isso a presença e intervenção do e-professor desejável e necessária

-Timidez e exposição pública:

A visibilidade inerente à publicação de posts quer nos fóruns de discussão quer nos blogs pode constituir um problema para alunos mais tímidos e é em si algo inovador face às práticas do ensino tradicional. Mas, é imperativo ultrapassar essa barreira, porque no ensino online, os alunos só conseguem marcar a sua presença social mostrando-se visivelmente através dos seus trabalhos, neste caso dos posts. Como a modalidade de ensino/ aprendizagem assenta na formação de uma comunidade de aprendizagem online, a participação de qualidade é um aspecto imprescindível no processo de aprendizagem.

“O aluno online tem de fazer esse esforço, especialmente em função do curso que está a frequentar. É uma competência que ele tem de adquirir”. Ana Marmeleira

-Convergência e divergência de pontos de vista

Esta comunidade deve ser fomentada de forma a proporcionar um clima favorável à exposição de pontos de vista. As discussões resultam de um trabalho em grupo, em que todos são responsáveis por participar, partilhando o conhecimento e manifestando abertura para opiniões diferentes. Ao responder a um colega, o estudante também aprofunda os seus conhecimentos sobre determinado assunto de forma mais vincada do que se o fizesse individualmente. Para que o diálogo resulte em aprendizagem é necessário que os aprendentes interajam entre si e com os materiais do curso a um nível profundo – o que pode ser alcançado pela facilitação pelos pares (Baran, & Correia, 2009). A facilitação por parte do formador para encorajar a participação dos estudantes opera-se pela mediação em três categorias: organizacional, social e intelectual (Baran, & Correia, 2009). Paula Silva

-Ferramentas de comunicação dentro do seio da comunidade

Os foruns de discussão e blogs são alguns dos suportes mais utilizados para o estabelecimento do diálogo no ensino online, mas a comunidade de aprendizagem deve ter liberdade para usar outras ferramentas de comunicação mediada , como e-mails, ferramentas colaborativas , etc.

-Estilos cognitvos

“O estilo das pessoas é a forma automática como respondem à informação e às situações.” Não temos consciência do nosso estilo porque nunca experimentámos outro.” (Riding, R. (2003)

Os estilos cognitivos são um aspecto interessante desta discussão que põe a questão: estilos cognitivos Vs estratégias de aprendizagem. Por um lado, temos uma definição de estilos cognitivos como algo imutável e  inerente ao indivíduo, por outro lado temos as estratégias de aprendizagem que são modos de fazer que se vão modificando, aperfeiçoando ao longo do processo de aprendizagem. Quais as consequências dessas modificações no estilo cognitivo de cada individuo? Pode o ensino online que desenvolve uma forte consciência reflexiva, ajudar a desenvolver uma maior consciência do estilo cognitvo do “ eu”  e assim influenciar a sua forma de responder à informação e às situações?

O estilo cognitivo dos alunos é um dos aspectos que devemos ter em conta ao dinamizar as actividades de aprendizagem, porque os cursos online contemplam alunos com diferentes estilos cognitivos. Mas isso é uma vantagem quando se trabalha em grupo, numa comunidade de aprendizagem, pois enriquece a nossa perspectiva pois permite desenvolver outros modos de aprendizagem. Se por um lado, partimos para as actividades com um estilo cognitivo que nos é inato, a aprendizagem em comunidade e os diferentes ambientes de aprendizagem proporcionam oportunidades para desenvolvermos novas capacidades de aprendizagem e para aperfeiçoar outras fornecendo ” alimento”, input. Tal como o Marco referiu, no ensino presencial, pelo menos na versão que experimentamos, havia o culto do silêncio e portanto poucas oportunidades de diálogo para discutirmos os tópicos. John Seely Brown falava da importância do diálogo na construção do conhecimento e no desenvolvimento de estratégias de aprendizagem. -aprendemos mais em interacção com os outros. – Neste aspecto , aprendizagem online , através de foruns de discussão é uma grande vantagem.

-Sincronia e assíncrona dos fóruns assíncronos

Quando há muitos alunos a participar ao mesmo tempo num mesmo fórum, ele aproxima-se mais da sincronia. O overload de informação torna-se mais difícil de seguir. Por isso há que recorrer a técnicas de organização dos posts para aleitura que a própria ferramenta de fóruns assíncronos permite. A leitura por sequencia hierárquica permite situar as intervenções dos alunos no contexto e seguir “ o fia à meada”, as leitura pela mensagem mais recente permite fazer uma leitura seleccionada e certificar-se que não passou nenhum post importante.

Estes foram entre outros alguns aspectos que me pareceram bastante interessantes e que problematizam os procedimentos, comportamentos dos alunos interagindo e desenvolvendo uma comunidade online.