Helena Prieto’s Blog

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MICO – Problemáticas e temas de investigação Fevereiro 13, 2011

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Investigar na rede

Quais as problemáticas que surgem como necessitando de investigação no contexto do E-learning? Emergem  grandes questões em aberto?

No final de cada artigo há uma secção relativa aos limites e limitações do estudo e ai podemos encontrar o gérmen para novas investigações ou re-investigações.

As investigações em e-learning  e em metodologias de pesquisa usando a internet precisam de ser sempre actualizadas pois o desenvolvimento tecnológico permite aos utilizadores acesso a ferramentas cada vez mais poderosas e completas para desenvolver quer o ensino online quer a investigação. O e-learning e a investigação na rede ou com ferramentas da internet é um mundo em constante desenvovimento, pelo que a investigação é um constante “work in progress”.

Lauriza Nascimento, apresenta um artigo (1) em que os autores investigam as vantagens da realização dos inquéritos por e-mail. Esse artigo data de 2004. Como já estamos em 2011,um estudo comparativo seria interessante. Os procedimentos teórico-práticos de condução da investigação pelo método do inquérito mantêm-se , mas será que a crescente informatização dos procedimentos têm influência na taxa de retorno?

 A maior familiarização do público em geral e das instituições em particular com a tecnologia de comunicação à distância – mails, g-talks, Messenger … – mais comuns no meio social terão influência na taxa de retorno dos inquéritos?

A facilidade de envio, armazenamento e de tratamento de dados em tempo real por ferramentas online incentiva o recurso a determinadas modalidades de investigação, como os inquéritos por exemplo?

Há artigos que propõem como possíveis desenvolvimentos complementares da investigação, abordar o mesmo assunto mas sob uma perspectiva diferente. Por exemplo, no artigo que analisei (2), os investigadores apontam como limites não terem explorado a perspectiva do aluno sobre as tendências futuras do e-learning. Essa é uma perspectiva em que pode assentar uma nova investigação sobre o tema.

Há artigos de investigação, como o que o Marco Freitas apresentou (3), que pretendem investigar boas práticas que levam ao desenvolvimento de um serviço como, por exemplo, o Repositório Institucional  inserido projecto Movimento de Acesso Livre , em que os investigadores referem a necessidade de maior aprofundamento do estudo conduzido através de outras técnicas de investigação. Neste caso, a técnica sugerida é a da entrevista, ou mais propriamente de um conjunto de entrevistas. Os investigadores mostram as limitações do seu estudo qualitativo, baseado no inquérito e expressam a necessidade de uma investigação complementar:

No caso concreto do estudo que apresentamos, consideramos que o mesmo deverá

ser complementado através de um conjunto de entrevistas que enriqueçam a informação recolhida.” (3)

Todas estas informações podem constituir temas para futuras  investigações, uma vez que nelas se encontram os germens das questões –problema.

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Bibliografia:

(1)   Pinheiro, Ana & Silva, Bento (2004). A Estruturação do Processo de Recolha de Dados On-Line. In Actas da X Conferência . Braga: Psiquilíbrios Edições, pp. 522-529. Acessível em http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/7147/1/A%20Estrutura%C3%A7%C3%A3o%20do%20processo%20de%20recolha%20de%20dados%20on-line.pdf – acedido em 12 de Fev.2011

Internacional Avaliação Psicológica, Formas e Contextos

(2)   Kyong- Jee Kim e Curtis J. Bonk The Future of Online Teaching in Higher Education de EDUCASE  QUARTERLY, número 4, 2006

3)   Rosa, F. G.; Gomes, M. J.: “Coordenadores de comunidades de repositórios institucionais: o caso do repositórium”. Enc. Bibli: R. Eletr. Bibliotecon. Ci. Inf., Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, n.º esp.,p. 100-115, 2.º sem. 2010. isponível em http://hdl.handle.net/1822/11242

 

MICO – Questões de investigação sobre os cursos online

Filed under: MICO — helenaprieto @ 4:45 pm
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Questões de investigação

Questões de Investigação

Dos artigos analisados pela turma, destaco três ( 2, 3,4) que me pareceram bastante interessantes e que focam temas de investigação muito pertinentes para o funcionamento dos cursos online, nomeadamente:

– o funcionamento dos grupos em ambiente virtual,

–  estratégias de facilitação dos pares;

– duração dos cursos Vs ganhos na aprendizagem

Uma das questões cruciais de investigação refere-se à forma de interacção dos alunos em cursos online que funcionam com base no desenvolvimento de estratégias  de construção colaborativa de conhecimento, como o trabalho de grupo online.  Esta questão foi abordada também na U.C de Comunicação Educacional (MPEL3)  e as conclusões do estudo (1) que analisamos em grupo – a Luciana Grof, a Lurdes Martins e eu –  coincidem com as que são apresentadas no estudo que a Maria Leal analisou (2). Os grupos vão desenvolvendo progressivamente estratégias de interacção social, organização do trabalho, normas de funcionamento e de apoio aos elementos do grupo que lhes permite levar a cabo as actividades. Há uma transposição de procedimentos do ensino presencial para o online, quanto à organização do trabalho. É normal não haver um líder expresso, porque a modalidade de trabalho é colaborativa e parte-se do princípio que há uma responsabilidade partilhada. O desempenho do grupo melhora com o tempo e com a experiência dos membros.

Aprender online é uma experiência bastante diferente de aprender num contexto presencial, mas, as aprendizagens realizadas são bastante ricas e a comunicação entre os elementos do grupo é facilitada pelas ferramentas de partilha e de comunicação síncrona e assíncrona. Quanto mais “amigáveis” essas ferramentas são, mais fácil se torna a comunicação.

Quanto ao estudo analisado pela Maria Leal, as sugestões de procedimentos ( boas práticas) reforçam a necessidade de atenção que deve ser dada a aspectos chave para o sucesso:

– O tipo adequado de trabalhos de grupo;

– O tempo que é necessário para que os grupos se formem e funcionem.

– Orientações e metas a atingir no percursos (cronograma)

No desenvolvimento da participação do grupo ou da turma nas activdades colaborativas – trabalhos de grupo, discussões online, por exemplo, há elementos facilitadores e outros inibidores. O estudo analisado pela Maria Paula Silva (3) revela que há estratégias de facilitação dos pares que motivam à participação e estimulam o envolvimento nas actividades. O que significa que a qualidade da interacção online também depende da presença de elementos do grupo que sejam “ facilitadores” e não apenas das orientações dos professores na estruturação das actividades como discussões síncronas, por exemplo. No entanto, não é de surpreender a conclusão do estudo de que

As estratégias usadas pelos estudantes também podem ser determinadas pelo papel e nível de envolvimento do formador nas discussões, pela tecnologia usada e pela conceção do curso. (3)

Numa comunidade de aprendizagem, o papel do professor, embora não sendo central ao processo de aprendizagem, é orientador e esclarecedor. Ele é sempre uma referência, um ponto de apoio, por isso, o seu envolvimento, condiciona o desenvolvimento de todo o processo.

É necessário haver um planeamento cuidadoso, sobretudo ao nível da modelação da facilitação online, implicando a presença do formador nas discussões e na preparação dos estudantes antes de estes iniciarem a condução das discussões (3)

A duração do curso online é um dos aspectos que geralmente não é considerado como factor de sucesso, mas neste estudo apresentado por Maria João Spilker (4) observamos que a duração é um elemento digno de investigação. A questão da duração prende-se com a qualidade de aprendizagem. No estudo apresentado (4), as investigadoras procuram investigar o nível de satisfação dos alunos que frequentam um curso intensivo onde a   aprendizagem é concentrada , e um curso mais longo onde a aprendizagem é distribuída. Parece ser à partida uma questão interessante e pouco estudada nos ambientes online, mas as conclusões do estudo são reveladoras quanto ao  factor comunicação, visto que foram detectadas diferenças significativas a nível de satisfação dos alunos quanto ao nível de comunicação  com o professor (menos satisfatório)e com os colegas( mais satisfatório).  Este estudo revela as dificuldades de gestão por de cursos intensivos  parte dos professores que vêem o seu workload muito aumentado. A nível de retenção das aprendizagens, não houve uma diferença significativa a considerar.

Este estudo acaba por focar mais o papel da comunicação e a gestão das tarefas do professor como elementos vitais para o sucesso da aprendizagem:

A comunicação entre alunos e professores é vital para o sucesso de cursos online. Professores devem por isso recorrer a várias estratégias para possibilitar essa comunicação (sala de chat, fóruns de discussão, blogs, resposta imediata a e-mails). A fim de a evitar a sobrecarga do professor nos cursos online intensivos é sugerida a utilização de Podcasts e FAQs.(4)

 

 

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Bibliografia:

(1)Dennis, Alan R. e Valacich, Joseph S (1999) Rethinking Media Richness: Towards a Theory of Media Synchronicity, in Proceedings of the 32nd Hawaii International Conference on System Sciences

(2)Johnson, Scott D. et all (2002): Team development and group processes of virtual learning teams. In Computers & Education 39 College of Education, University of Illinois at Urbana-Champaign, 345 Education Building, 1310 South Sixth Street, Champaign, Illinois, USA

(3) Baran, E. & Correia, A. P. (2009). Student-led Facilitation Strategies in Online Discussions. Distance Education, 30: 3, 339- 361. Disponível em http://www.public.iastate.edu/~acorreia/Student-led%20facilitation%20strategies.pdf

(4) Ferguson, J.M. & DeFelice, A.E. (2010). Length of Online Course and Student Satisfaction,

Perceived Learning, and Academic Performance. In International Review of Research in

Open and Distance Learning, 11(2), pp. 73-84. Disponível em

http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/viewArticle/772/1547

 

MICO-Problemáticas de investigação na e com a Internet. Fevereiro 3, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 2:52 pm
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Para desenvolver a actividade 5 de MICO  intitulada ” Problemáticas  de Investigação na e com a Internet” foi-nos  proposto seleccionar  uma investigação conduzida na rede ou tomando a internet como recursos e analizá-la.

Este actividade constituiu um grande desafio e tomei por base orientadora da minha análise o livro de Terry Anderson e Heather Kanuka, e-Reserch Methods, Strategies and Issues.

inquérito online

inquérito online

A Actividade: Análise de um artigo de investigação conduzida online

A análise de um artigo de investigação onde a internet é usada como recurso para a recolha de dados através da aplicação de um inquérito online foi a opção que escolhi para esta actividade. Este trabalho insere-se assim na opção B- Investigação realizada tomando a internet como recurso.

A selecção do artigo

O artigo  escolhido para análise intitula-se  The Future of Online Teaching in Higher Education de Kyong- Jee KIm e Curtis J. Bonk que foi publicado na revista EDUCASE  QUARTERLY, número 4, páginas 22 a 30, em 2006.

Escolhi este artigo de investigação pelo facto de fazer uso de um serviço online que permite elaborar os inquéritos, enviá-los através de emails, Facebook, Twitter e recolher e armazenar os dados e tratá-los em tempo real: O Survey Share. O tema também foi uma das razões, assim como a forma como está estruturado o artigo. Tendo em conta que é publicado numa revista da especialidade, penso que não é de estranhar que não seja também publicado o inquérito (por razões de espaço) e que haja um cuidado expresso na apresentação visual do artigo, incluíndo ilustrações. Esta apresentação torna mais apelativa a leitura do texto.

 

A análise do artigo

 

O contexto de investigação

O estudo conduzido pelos dois investigadores pretende saber quais as tendências futuras do ensino superior online. Para tal é feita uma revisão bibliográfica que ajuda a desenhar o contexto geral da investigação e servir de base à construção de um inquérito online, cujo público alvo são professores e administradores de instituições de ensino pós –secundário nos Estados Unidos.

 

A questão de investigação

Conhecer as tendências futuras do online no ensino superior (…where online learning is headed)é o objectivo principal deste estudo.

As linhas orientadoras desta investigação encontram-se bem explicitas – explorar as tendências futuras do ensino online , assim como os objectivos do estudo que visam fazer uma previsão quanto às mudanças do papel dos e-professores, as expectativas e necessidades dos alunos relacionadas com a aprendizagem online, a inovação pedagógica e o uso da tecnologia  no ensino/ aprendizagem online.

Em termos de organização do artigo, ele descreve os vários passos de organização deste estudo que,  como já referi anteriormente, se inicia com uma descrição do contexto que explica e suporta  a necessidade de um estudo desta natureza. A sua pertinência apoia-se  e essencialmente  em aspectos como o grande aumento/ procura de formação nas instituições de ensino superior ; a qualidade dos cursos de formação online, o grau de satisfação dos alunos; o papel dos professores e da instituição,   as estratégias pedagógicas a colaboração e o grau de independência dos alunos ,  o uso da  tecnologia com especial relevo para as ferramentas colaborativas como blogs e wikis.

 

Metodologia usada e instrumentos de recolha de dados

O método de estudo  bem como o público-alvo estão bem explícitos e descritos em pormenor.

“Method

This study was based on a survey of individuals believed to have relevant experience with and insights into the factors affecting the present and future state of online education.”

 

Os indivíduos considerados para este inquérito pertencem ao MERLOT- Multimédia

Educational Resource for Learning and Online Teaching , ao WCET –Western Cooperative for EducationalTelecommunications e WLH – World Lecture Hall.

O instrumento usado é um inquérito online elaborado com base no serviço Survey Share. Na descrição do inquérito é referida a sua estrutura tripartida em face de três tópicos de investigação – dez questões sobre informação demográfica, sete sobre o estado actual do ensino online na organização do inquirido e previsões sobre o ensino/ aprendizagem online, assim como o tipo de perguntas – tipo Likert, escolha múltipla, e perguntas abertas. No entanto, nada é dito quanto a procedimentos de validação do inquérito.

Na secção do artigo relativa à recolha de informação e análise os investigadores referem que o inquérito foi dirigido a 12.000 indivíduos, mas apenas 562 completaram o inquérito. É também explicado que os inquéritos foram anónimos e os dados ficam armazenados no serviço online escolhido, o qual fornece ferramentas de análise de dados, sendo a analise descritiva , usando frequências, suportada pelo serviço hospedeiro. Numa outra secção, é descrito mais em pormenor o público que efectivamente respondeu aos inquéritos, fazendo notar a predominância do sexo feminino no ensino online, uma descoberta surpreendente tendo em conta resultados de um estudo semelhante que mostrava a predominância do sexo masculino.

Principais conclusões do estudo

Quanto aos resultados obtidos, os investigadores concluíram que eles confirmavam algumas crenças comuns em relação ao online e refutavam outras; dão também informação sobre as tendências futuras do ensino online.

Na apresentação dos resultados é feita segundo os tópicos 1-Demographics of online Instructors; 2 Tecnologia emergente; 3- Grandes exigências para o aluno e 4-Pedagogia Melhorada

São mostrados gráficos relativos aos anos de experiência de ensino online dos inquiridos; os factores que mais significativamente afectam o sucesso dos programas de ensino online, as expectativas de crescimento de blended –learning; a qualidade que se espera do ensino online Vs o presencial; As competências necessárias para ensinar on-line em 2010, As técnicas pedagógicas mais comuns que serão usadas na década seguinte e previsões sobre a forma como a qualidade de online será medida. Estes quadros sintetizam a informação de uma forma visualmente mais fácil de interpretar, e são discutidos mais em pormenor no texto que os acompanha.

Na secção das conclusões e discussão dos resultados, os autores chegam à conclusão de que estamos a entrar numa era única do ensino/ aprendizagem online.

Para as instituições de ensino superior é um grande desafio estar à altura das exigências dos alunos nos anos futuros; prevê-se o aumento da qualidade pedagógica do ensino online, e actividades baseadas em colaboração, estudos de caso e PLB.

O aumento da procura de cursos online irá fomentar a formação (workshops, cursos) sobre como moderar e orientar cursos online. As instituições estão também a ter mais atenção relativamente ao modo como os cursos online permitem desenvolver competências a nível da colaboração e da avaliação. A internet será a base para criar grupos virtuais, colaboração desenvolver o pensamento crítico e melhorar o envolvimento dos estudantes, sendo uma condição que haja o desenvolvimento de mais ferramentas para o efeito.

O estudo aponta para o aumento da procura de formação online e criação de cursos de pós graduação.

No que se refere à tecnologia há um interesse dos professores nas tecnologias sem fios, simulações bibliotecas digitais e objectos de aprendizagem. Prevê o desenvolvimento simulações e jogos (gaming tasks ) mais realistas e autênticas.

Na secção sobre as recomendações para pesquisas e limitações deste estudo que foi conduzido de Novembro 2003 a Janeiro de 2004 e publicado em 2006, os autores referem que algumas previsões não se concretizaram e observam novos desenvolvimentos, nomeadamente: o surgimento dos recursos open source que reforçam o interesse no ensino/ aprendizagem online;  o grande aumentos  dos blogs.

Quanto às limitações do estudo, os autores referem que não exploraram as práticas de ensino/ aprendizagem e não exploraram a perspectiva dos alunos.

Por fim, notam o desenvolvimento do blended learning  com a perspectiva de futuras pesquisas.

 As minhas conclusões e comentários

Em conclusão, penso que o estudo foi bastante bem conduzido e o texto bastante claro e conciso. A metodologia e instrumentos de investigação escolhidos são coerentes com os objectivos do estudo, sendo que se pretende uma visão por dentro, uma visão das instituições sobre o assunto a investigar. O serviço online escolhido – Survey Share –  permite analisar os dados em tempo real e apresenta vantagens de enviar os inquéritos para os inquiridos, armazenar e tratar os dados. No entanto, o método do inquérito online têm uma desvantagem que se traduz no número de inquiridos que efectivamente responde aos inquéritos. Neste caso, foram enviados mais de 12.000 inquéritos mas, os investigadores só obtiveram resposta de 562. O que é uma parte muito pequena. Será que o envio de tantos inquéritos já contava com a fraca adesão e portanto um número muito reduzido de respostas de retorno? Creio que sim. Pois é para esta realidade que os estudos apontam. Terry Anderson e Heather Knuka  e-Research Methods, Strategies and Issues, referem que as taxas de retorno dos inquéritos são variáveis, mas são normalmente baixas. No entanto, os inquéritos online têm a vantagem de ter uma taxa de retorno mais alta. Uma das estratégias para incentivar a resposta ao inquérito foi a explicação via e-mail sobre o estudo e o endereço para o site sobre este investigação. Este informação é importante para os inquiridos que podem assim constatar da importância e da autenticidade do estudo.

Quanto às qualidades do estudo, de acordo com os autores acima referidos, podemos constatar que se trata de pesquisa de qualidade pois, procura-se encontrar soluções para um problema importante com reflexo no futuro das universidades e dos cursos online. O estudo é realizado de uma forma sistemática, com uma planificação cuidada da investigação. Os resultados podem ser verificados por outros. Há transparência no processo e a sua divulgação pública, através de uma revista da especialidade.

 

Bibliografia:

Kyong- Jee Kim e Curtis J. Bonk The Future of Online Teaching in Higher Education de EDUCASE  QUARTERLY, número 4, 2006

Anderson,Terry e Kanuka, Haether, e-Reseach Methods, Strategies and Issues,Pearson Education , 2003