Helena Prieto’s Blog

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CAEL – Reflexão final Fevereiro 19, 2011

Filed under: CAEL — helenaprieto @ 6:02 pm
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reflexão

reflexão

Numa tentativa de organizar os posts e algumas reflexões adicionais, elaborei um portfolio, onde ficam mais arrumadinhos os textos de reflexão produzidos no decurso da Unidade Curricular  Concepção e Avaliação em E- Learning.

O meu e-portfolio

A organização do portfolio, obrigou a um trabalho de revisão e ao repensar dos conteúdos e dos métodos de trabalho.Fazendo o ponto da situação, chegui à conclusão de que precisava de uma melhor organização dos conteúdos para que eu própria tivesse uma noção mais clara do percurso efectuado e compreender melhor o fio condutor para estruturar as minhas aprendizagens pessoais. A publicação dos posts com algumas reflexões não foi sistemática,mas procurei ser coerente e mostrar aprendizagens realizadas e modos de trabalho. Fiquei contente com os comentários do Marco Freitas, porque compreendo que este trabalho também é útil para a comunidade de aprendizagem.

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MICO:Balanço da actividade 1 – uma reflexão Janeiro 24, 2011

Filed under: MICO — helenaprieto @ 9:54 pm
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Who are you?

Who are you?

Nesta actividade tive de lidar com conceitos totalmente novos para mim e tentar fazer algum sentido deles.  O trabalho realizado em colaboração com os meus colegas e posteriormente nos fóruns de discussão ajudaram a clarificar alguns conceitos e esclarecer muitas dúvidas, nomeadamente como se passa do nível do paradigma , para o da metodologia. Até ler um texto de Clara Coutinho e José Chaves, não conseguia perceber bem essa distinção.  Em termos gerais o paradigma, termo que se não me engano foi inventado por Thomas Kuhn, refere-se a um “ framework”, um referencial, a partir do qual são delineadas as metodologias.

Quanto ao estudo de caso, a sua definição também não é clara e unívoca pois a literatura apresenta muitas definições, pelo que  pode lançar confusão, até porque estamos no fórum a expor as nossas ideias com base nas leituras efectuadas e muitas delas não são consensuais. De qualquer forma os fóruns são bastante úteis para problematizar as questões e podermos percebê-las de vários ângulos, que são as visões/ entendimento dos colegas. Isto é sempre enriquecedor.

Um outro artigo , também de Clara Coutinho e José Chaves , disponibilizado pela colega Eduarda Rondão, foi crucial para compreender o porque da confusão e da dificuldade de entender o que é um estudo de caso. Através deste artigo compreendi que um estudo de caso, não tem de estar obrigatoriamente associado a um paradigma pré- definido, porque é a metodologia (alguns autores preferem chamar estratégias) de investigação que vai determinar o paradigma a inserir o estudo de caso em particular. Também percebi que embora pareça à partida incluir  uma miscelânea de estratégias de recolha de dados, este tipo de investigação têm de ser muito bem elaborado para ser válido. Mais importante do que saber em que paradigma inserir o estudo de caso é saber estruturá-lo. Os autores sintetizam alguns procedimentos bastante úteis para um investigador que pretenda fazer um estudo de caso, nomeadamente:

  • A definição clara do caso e a delimitação das suas fronteiras
  • Descrição pormenorizada do contexto em que o caso se insere
  • Justificação da pertinência do estudo e quais os objectivos gerais que persegue Identificação da estratégia geral,
  • identificando a opção por caso único ou múltiplo
  • Definir qual vai ser a unidade de análise
  • Fundamentação dos pressupostos teóricos que vão conduzir o trabalho de campo
  • Descrição clara de como, por quem e quando os dados vão ser recolhidos
  • Descrição pormenorizada da análise dos dados Justificação da lógica das inferências feitas ( se aplicável)
  • Descrição dos critérios que aferirão a qualidade do estudo

No que se refere a elaboração do fluxograma penso que a equipa fez um excelente trabalho, Esta actividade também foi uma total novidade para mim, pois nunca antes tinha usado fluxogramas. Através das actividades desenvolvidas apercebi-me de que um fluxograma, mais do que uma representação visual do processo, representa o entendimento das pessoas, neste caso da equipa. O processo de construção envolveu muita troca de opiniões e decisões para se chegar a um consenso quer na produção do fluxograma, quer numa fase de avaliação onde cada membro numa sessão de chat no gtalks apresentou a sua interpretação.

Na elaboração do fluxograma, apercebi-me das variantes possíveis, tendo em conta o campo de estudos em que se apresenta a tese, se é financiada ou não. Em suma, para além do entendimento do percurso, observamos alguns fluxogramas relativos a vários tipos de estruturação das diferentes fases de elaboração de uma investigação até chegarmos à fase final do nosso trabalho.

Como o tempo que pude dedicar a estas actividades não foi o que precisava ou seria desejável, foi graça a colaboração e compreensão dos meus colegas de equipa que ultrapassei muitas das dificuldades sentidas inicialmente.